3 Abril 2020
Fonte:: Tilt

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Diante da soberania do Google como fonte de buscas há anos, a Microsoft está decidida a tomar medidas mais drásticas para alavancar o Bing, plataforma semelhante ao que a empresa da Alphabet disponibiliza.

De acordo com o site TechRadar, a companhia fundada por Bill Gates pretende repetir no Chrome o que já faz no Edge, seu navegador: "forçar" o internauta a utilizar o Bing.

Isto deverá ser feito por meio de uma extensão da plataforma da Microsoft para o Chrome, que seria instalada de maneira automática em conjunto com a atualização do Microsoft Office 356 ProPlus.

Quando o usuário atualizar esta configuração, verá que o Google não será mais o serviço de buscas automático do Chrome, mas sim o Bing.

A aposta da Microsoft, segundo o site, é que uma parcela de internautas não modifique nas configurações do Chrome o mecanismo de busca - assim, o Google ficaria "oculto" no navegador.

Fonte:: OLHAR DIGITAL

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Proposta poderia acelerar atualizações do sistema operacional e reduzir trabalho do Google e fabricantes de celulares e componentes

Você que é um entusiasta do Android provavelmente já sabe que o sistema operacional é construído sobre o kernel do Linux desde seu nascimento. No entanto, ele ainda é bastante modificado pelas partes envolvidas na produção do celular, como as fabricantes, as companhias que desenvolvem chips e o próprio Google. Agora, a empresa decidiu levar a sério uma proposta de aproximar os dois kernels.

Como relata o site Ars Technica, engenheiros do Google revelaram o projeto durante a Linux Plumbers Conference. Segundo eles, há grandes ganhos em tentar unificar o kernel convencional do Linux com o Android, reduzindo o trabalho das empresas envolvidas e do próprio Google.

A primeira parte desse processo é incorporar as modificações feitas ao kernel do Linux no Android ao kernel principal. Em fevereiro de 2018, o núcleo do Android registrava mais de 32 mil inserções e mais de 1.500 remoções na comparação com a versão padrão. Essa base ainda recebe outras modificações por parte dos fabricantes.

Para o usuário comum, no entanto, também haveria um ganho importante se o projeto tiver o sucesso que o Google almeja. Ao incorporar o Project Treble, ferramenta lançada em 2017 que “isola” o centro do Android de drivers específicos de cada dispositivo, ao kernel principal do Linux, a expectativa é que não haja mais a necessidade de kernels específicos para cada aparelho. Na prática, isso permitiria agilizar consideravelmente as atualizações do sistema operacional, que ainda são um transtorno para empresas e usuários.

O Google também aproveitou a apresentação para demonstrar o progresso feito até o momento. No palco foi demonstrado um Pocophone, celular da Xiaomi, rodando o Android 10 com o kernel principal do Linux. Ao que tudo indica, vários recursos ainda estavam desabilitados, o que pode ser deduzido pelo fato de que o mostrador de bateria marca 0% de carga, mas o objetivo era demonstrar que o celular já é capaz de ligar com o novo kernel.

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Agora é esperar para ver como esse projeto se desenvolve ao longo dos próximos anos. Planos em fase inicial como a integração dos kernels do Android e do Linux podem não ir para frente se o Google perceber que o esforço não vale a pena.

Também é importante notar que o Google está há alguns anos trabalhando no misterioso Fuchsia, um sistema operacional com um kernel próprio, não-baseado em Linux. O Google ainda não abriu o jogo sobre qual seria a finalidade do sistema, mas especula-se que ele poderia ser um substituto do Android como conhecemos atualmente em um futuro não muito distante.

Fonte:: ZDNet

2019: definitivamente o ano do Linux e do código aberto

Veja cinco pontos que provam que o futuro da tecnologia pertence a eles

Linux e softwares de código aberto tem se tornado cada vez mais populares. As grandes empresas até tentaram lutar contra eles, mas, com o tempo, estão cedendo. Veja abaixo cinco pontos que mostram que essas tecnologias vão dominar o seguimento nos próximos anos.

1. IBM compra a Red Hat por R$ 136 bilhões

O primeiro ponto a se observar é que a IBM adquiriu a Red Hat na maior aquisição de empresas de software de todos os tempos. É verdade que a empresa foi um dos primeiros apoiadores do Linux. Porém, o ponto principal é que a líder mundial do setor agora é uma propriedade da gigante IBM.

2. Nuvens rodam em código aberto

Há dez anos, as nuvens não eram tão usadas quanto hoje. Porém, mais de um terço de todos os gastos com TI no mundo está em nuvens, segundo a IDC. Além disso, é esperado que metade das empresas globais tenha apostado na tecnologia até 2021.

E sabe onde a nuvem roda? Sim, em Linux. Até o Microsoft Azure admitiu que mais da metade da sua carga roda na concorrente. Outro ponto é que a maioria dos serviços de nuvem são também programas de código aberto.

3. Nuvem x código aberto

A Amazon Web Services domina o mundo dos bancos de dados de nuvem de código aberto. Segundo o CEO da MariaDB, Michael Howard, as grandes empresas do setor eram “empresas e tecnologias de código aberto de mineração”, já que elas buscavam se aperfeiçoar baseada em seus concorrentes. A Open Source Initiative acrescenta ainda “grandes e pequenas empresas, seu melhor amigo e pessoas que você odeia, todos podem usar seu código-fonte aberto”.

Porém, esse conflito não acontece entre pequenas empresas de código aberto e grandes companhias de nuvem. É entre as próprias grande empresas, os softwares de código aberto apenas estão no meio disso tudo.

4. Nuvens, Kubernetes e contêineres

Não importa qual programa se use em uma nuvem, é muito provável que ele esteja em um contêiner. A tecnologia domina a TI. Entre os líderes nesse segmento, o destaque está para o Kubernetes, programa que orquestra contêineres. Todos os principais fornecedores de nuvem e de TI tem sua versão do programa. Além disso, o Kubernetes é um programa de código aberto.

5. A Microsoft é uma empresa de código aberto

O que já foi considerado, e ainda é por muitos, o Império do Mal do setor tecnológico pode não ser mais tão mal assim. A Microsoft se tornou uma empresa de código aberto. O seu navegador Edge, baseado no Chromium, foi lançado com uma versão de código aberto. A empresa também está prestes a lançar seu programa Teams para o Linux, e sugeriu que o restante do Office também vai aparecer no concorrente. A Microsoft também possui sua própria distribuição Linux, o Windows SubSystem for Linux 2.0, que roda em conjunto com o Windows 10.

Linus Torvalds, criador do Linux, afirmou na Linux Plumbers Conference, no início de 2019, que a Microsoft se tornou muito mais amigável, o que o levou a “acabar completamente com todas as coisas anti-Microsoft”. Além disso, segundo Torvalds, “se a Microsoft faz aplicativos para o Linux, significa que eu venci”. E, como todos sabemos, o Linux é uma empresa de código aberto.

Fonte:: tecmundo - RENAN HAMANN

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Você possivelmente já leu algo sobre os drives de estado sólido, não é mesmo? Sob a sigla SSD (Solid State Drive, em inglês), estes equipamentos surgiram como uma opção mais segura e veloz para os discos rígidos comuns — que contam com partes mecânicas e apresentam mais problemas relacionados à movimentação — e têm ganhado bastante espaço no mercado nestes últimos anos.

Mas, antes de instalar e configurar o SSD, é preciso saber que existem diferenças entre eles e os HDs com os quais já estamos acostumados. Por causa disso, algumas ações não devem ser tomadas com os aparelhos — para aumentar o tempo de vida útil deles e evitar que exista qualquer problema. Ficou curioso? Então confira agora mesmo o que você não deve fazer com um SSD em seu PC.

1. Desfragmentação

Uma das principais diferenças entre os HDs e o SSDs está no modo como os dados são gravados. Enquanto os discos rígidos utilizam pequenas estruturas magnéticas para informar o valor de cada informação, nos drives sólidos isso acontece de uma maneira eletrônica — conseguida graças à energia elétrica armazenada ali. E é por causa disso que desfragmentar um SSD pode ser uma péssima ideia.

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Esse método de gravação faz com que os SSDs tenham um número de gravações mais limitado do que acontece nos discos rígidos. Desfragmentar um disco significa realocar arquivos e fazer com que a porção de armazenamento dele seja otimizada — o que resulta em um grande consumo de espaço durante o período da desfragmentação. Ou seja: o processo pode reduzir a vida útil dos equipamentos.

Não bastasse isso, também vale dizer que a desfragmentação é um processo inútil nos computadores com SSD. Isso porque ela foi criada para reagrupar dados espalhados em discos rígidos, para facilitar a leitura em equipamentos desse tipo. Como o SSD não utiliza leitores mecânicos — e sim processos elétricos —, a informação pode ser acessada de qualquer lugar com a mesma rapidez.

2. Limpar áreas vazias

Por muito tempo, consumidores costumaram utilizar ferramentas para “apagar áreas vazias” do disco rígido. Isso permitia que as unidades ganhassem um pouco mais de espaço e ainda evitava que os dados pudessem ser recuperados após a exclusão de arquivos. Mas os sistemas operacionais mais recentes — Windows 7 e superiores, Mac OS X 10.6 e superiores ou Linux baseado em Kernels lançados depois de 2012 — são habilitados com o TRIM.

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Isto é uma “notificação do sistema para o SSD para informar que determinados arquivos foram removidos e que os blocos, onde eles estavam armazenados, devem passar por um processo de limpeza para que novos dados sejam gravados”. Esta função faz com que os arquivos deletados do computador sejam realmente excluídos — não ficando disponíveis para restauração com o uso de aplicativos especializados.

Isso tudo significa que “limpar áreas vazias” em um sistema moderno e que utilize SSDs acaba sendo um esforço completamente desnecessário. Além de gastar um tempo sem fins realmente efetivos, o processo ainda pode desgastar o SSD com uma sobrecarga de informações — que também pode causar uma redução na vida útil do dispositivo.

Verifique se o TRIM está ativo

É possível que o seu computador não possua o TRIM ativado por padrão. Para verificar isso você pode usar softwares como o TrimCheck ou então seguir alguns rápidos passos:

1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “cmd.exe”;
2) No prompt de comando, digite o seguinte: "fsutil behavior query DisableDeleteNotify"
3) Se o sistema retornar o valor “0”, então você está com o TRIM ativado;
4) Caso apareça o valor “1”, você deve digitar o seguinte para habilitar o TRIM: "fsutil behavior set disabledeletenotify 0"

3. Formatação completa

Assim como no caso anterior, aqui trazemos um exemplo de processo desnecessário para os computadores com SSD. Formatar completamente um drive de estado sólido não é uma tarefa muito interessante e isso se aplica por várias razões. Primeiro: apagar arquivos com o modo TRIM faz com que eles sejam realmente excluídos definitivamente. Segundo: isso não fará com que seu computador fique mais veloz. Sem falar que a ação ainda joga fora alguns ciclos de reescritas do dispositivo.

4. Usar Windows XP ou Vista

O Windows XP e o Windows Vista são sistemas operacionais que não possuem suporte para o TRIM. Isso significa que arquivos apagados permanecem disponíveis para a recuperação por meio de aplicativos especializados. Mais do que isso, também existe o fato de que sistemas sem TRIM acabam gerando bastante lentidão após algum tempo de uso.

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Em resumo: com o passar do tempo, seu SSD passará a demorar muito para conseguir terminar a escrita de um arquivo. É claro que não é o fim do mundo usar esses outros sistemas operacionais, mas é importante usar alguns softwares de otimização criados pelas próprias fabricantes de drives — evitando problemas relacionados às já mencionadas sobreescritas.

Atenção: não é interessante usar ferramentas alternativas de manutenção, pois isso pode prejudicar ainda mais o desempenho — opte sempre pelas oficiais das fabricantes. O drive de estado sólido sabe gerenciar os dados e cuidar de sua Garbage Collection — um sistema automatizado do gerenciamento da memória disponível — , sendo que a interação do usuário apenas vai prejudicar as configurações determinadas no firmware do componente.

5. Usar toda a capacidade

Essa lição já foi ensinada pelos HDs comuns em outros momentos — quem usa os PCs há mais tempo deve se lembrar do quanto era difícil reservar espaço em computadores que tinham menos de 1 GB para o armazenamento —, mas precisa ser relembrada. É essencial que você nunca preencha toda a capacidade do seu SSD, sempre deixando um espaço de sobra na unidade.

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Isso se deve ao fato de que novos arquivos e carregamentos exigem espaço livre para que funcionem corretamente. Logo, sem ele o seu sistema ficará muito lento e apresentando falhas constantes. O site AnandTech afirma que pelo menos 25% do espaço total devem ser mantidos livres para evitar problemas — algo parecido com o que era indicado para os HDs comuns.

6. Realizar escritas constantes

Essa dica é bem importante, mas deve ser melhor aproveitada somente por quem utiliza SSDs em conjunto com HDs comuns. Um dos métodos mais eficientes de fazer com que a vida útil dos drives de estado sólido seja prolongada está em evitar as escritas nele. Ou seja, fazer com que menos arquivos sejam gravados nos drives e os mantendo como unidades de leitura.

As recomendações mais comuns são de que o SSD deve ser usado para a gravação dos arquivos de sistema operacional, softwares, jogos e outros dados que precisam ser acessados frequentemente e com rapidez. Em resumo: grave os arquivos que precisam ser acessados para que a sua utilização se torne mais confortável.

Ao mesmo tempo, não é indicado armazenar arquivos de mídia nos SSDs — uma vez que o espaço seria desperdiçado e o carregamento deles pode ser feito a partir de um HD sem qualquer problema ou lentidão. Ou seja... Nada de salvar o seu filme favorito em 4K nos drives de estado sólido.

Evite arquivos de paginação

Quando a sua memória RAM está toda ocupada, o Windows utiliza um setor do seu HD para fazer com que mais aplicativos e processos possam ser carregados ou mantidos. O problema é que se estivermos falando sobre um computador com SSD, esse setor de memória será sobrescrito com muita frequência e causará danos à estabilidade e à vida útil do equipamento.

Ou seja... Desative a opção de paginação nas configurações do sistema operacional — ou use um disco rígido comum para isso. Se você só possui um SSD, recomenda-se que sua máquina tenha pelo menos 8 GB de RAM para que o sistema não exija a paginação da memória virtual.

Fonte:: Olhar Digital

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Falha no programa permitia que cibercriminosos infectassem o computador das vítimas através de arquivos que utilizassem a extensão '.ace'

Desde o início do Windows, o WinRAR é um dos programas mais utilizados. Ele permite descompactar arquivos com extensão '.rar' e diversos outros que se encontram em algum tipo de compressão. Atualmente, o software conta com mais de 500 milhões de usuários.

Eis que, recentemente, foi descoberta uma falha no sistema que está presente há mais de 14 anos. Pesquisadores da empresa de segurança Check Point Software descobriram a existência de um erro que permite que um invasor possa acessar remotamente um computador que possua o WinRAR. O bug está presente em um registro .dll chamado UNACEV2.DLL, que não é atualizado desde 2005. Ele é o responsável por fazer o WinRAR descompactar arquivos com a extensão '.ace'.

Caso o usuário abra um arquivo duvidoso e tenha seu computador infectado, o hacker pode acessar pastas que não estão protegidas e até mesmo expandi-lo para qualquer outra pasta, inclusive fazer com que esse malware se inicie junto com a inicialização do sistema.

A solução encontrada pelos criadores do WinRAR foi remover a compatibilidade com arquivos .ace, para proteger os outros usuários.

Fonte:: Olhar Digital - Alvaro Scola

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O Microsoft Edge é o navegador padrão que acompanha todas as instalações do Windows 10, mas que ainda assim, muita gente opta por não o utilizar, seja devido a sua interface diferente ou sites que requerem complementos que não são compatíveis com ele. Diferente de alguns outros apps pré-instalados, mesmo que você não o queira, não é possível fazer a sua desinstalação no Windows por caminhos tradicionais, deixando-o no máximo desativado.

Ainda assim, caso queira remover o Microsoft Edge por completo, existe um programa que ao executar uma série de comandos no sistema consegue excluí-lo por completo, sendo um método não oficial de desinstalá-lo, porém eficaz. A seguir, aprenda a remover o Microsoft Edge do Windows 10.

Importante

O processo a ser feito logo abaixo pode trazer alguns problemas para a máquina, isto em caso de você possuir programas que usem algum mecanismo do Microsoft Edge. Além disto, também é recomendado que você já tenha outro navegador instalado no seu computador e que o Microsoft Edge não esteja definido como o browser padrão do sistema, pois isto pode fazer com que alguns tipos de arquivos sejam abertos incorretamente.

Feitas estas ressalvas, certifique-se de criar um ponto de restauração antes de prosseguir, além de fazer o backup de seus arquivos importantes.

Como remover o Microsoft Edge

Além das ressalvas feitas acima, para remover o Edge de seu navegador é necessário possuir uma conta com privilégios de administrador. Sendo assim, segue abaixo o passo-a-passo:

1 - Acesse este link e realize o download do programa que vem no arquivo ZIP pela opção que está destacada na imagem abaixo;

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2 - Depois de ter baixado o arquivo, extraia o seu conteúdo para uma pasta de fácil acesso;

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3 - Agora, clique com o botão direito do mouse no “Uninstall Edge” e selecione a opção “Executar como administrador”. Na caixa de diálogo do sistema que aparece, clique em “Sim”;

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4 - Após o processo ter acabado, aperte a tecla “Enter” e reinicie o computador. O tempo de execução dele varia de acordo com a velocidade de sua máquina;

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5 - Caso após reiniciaizar computador o Edge ainda continue a aparecer instalado, basta executar novamente o script do "Uninstall Edge" e reiniciar a máquina. Então, o navegador estará removido por completo.

Pronto! Após ter reiniciado o computado, você não terá mais o Microsoft Edge, sendo que ele estará removido por completo. O processo, vale lembrar, não afeta o Internet Explorer, que continuará instalado em seu Windows 10.