25 Mai 2019
Fonte:: tecmundo - RENAN HAMANN

ssd1 f60da

Você possivelmente já leu algo sobre os drives de estado sólido, não é mesmo? Sob a sigla SSD (Solid State Drive, em inglês), estes equipamentos surgiram como uma opção mais segura e veloz para os discos rígidos comuns — que contam com partes mecânicas e apresentam mais problemas relacionados à movimentação — e têm ganhado bastante espaço no mercado nestes últimos anos.

Mas, antes de instalar e configurar o SSD, é preciso saber que existem diferenças entre eles e os HDs com os quais já estamos acostumados. Por causa disso, algumas ações não devem ser tomadas com os aparelhos — para aumentar o tempo de vida útil deles e evitar que exista qualquer problema. Ficou curioso? Então confira agora mesmo o que você não deve fazer com um SSD em seu PC.

1. Desfragmentação

Uma das principais diferenças entre os HDs e o SSDs está no modo como os dados são gravados. Enquanto os discos rígidos utilizam pequenas estruturas magnéticas para informar o valor de cada informação, nos drives sólidos isso acontece de uma maneira eletrônica — conseguida graças à energia elétrica armazenada ali. E é por causa disso que desfragmentar um SSD pode ser uma péssima ideia.

ssd2 d1128

Esse método de gravação faz com que os SSDs tenham um número de gravações mais limitado do que acontece nos discos rígidos. Desfragmentar um disco significa realocar arquivos e fazer com que a porção de armazenamento dele seja otimizada — o que resulta em um grande consumo de espaço durante o período da desfragmentação. Ou seja: o processo pode reduzir a vida útil dos equipamentos.

Não bastasse isso, também vale dizer que a desfragmentação é um processo inútil nos computadores com SSD. Isso porque ela foi criada para reagrupar dados espalhados em discos rígidos, para facilitar a leitura em equipamentos desse tipo. Como o SSD não utiliza leitores mecânicos — e sim processos elétricos —, a informação pode ser acessada de qualquer lugar com a mesma rapidez.

2. Limpar áreas vazias

Por muito tempo, consumidores costumaram utilizar ferramentas para “apagar áreas vazias” do disco rígido. Isso permitia que as unidades ganhassem um pouco mais de espaço e ainda evitava que os dados pudessem ser recuperados após a exclusão de arquivos. Mas os sistemas operacionais mais recentes — Windows 7 e superiores, Mac OS X 10.6 e superiores ou Linux baseado em Kernels lançados depois de 2012 — são habilitados com o TRIM.

ssd3 2f0e3

Isto é uma “notificação do sistema para o SSD para informar que determinados arquivos foram removidos e que os blocos, onde eles estavam armazenados, devem passar por um processo de limpeza para que novos dados sejam gravados”. Esta função faz com que os arquivos deletados do computador sejam realmente excluídos — não ficando disponíveis para restauração com o uso de aplicativos especializados.

Isso tudo significa que “limpar áreas vazias” em um sistema moderno e que utilize SSDs acaba sendo um esforço completamente desnecessário. Além de gastar um tempo sem fins realmente efetivos, o processo ainda pode desgastar o SSD com uma sobrecarga de informações — que também pode causar uma redução na vida útil do dispositivo.

Verifique se o TRIM está ativo

É possível que o seu computador não possua o TRIM ativado por padrão. Para verificar isso você pode usar softwares como o TrimCheck ou então seguir alguns rápidos passos:

1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “cmd.exe”;
2) No prompt de comando, digite o seguinte: "fsutil behavior query DisableDeleteNotify"
3) Se o sistema retornar o valor “0”, então você está com o TRIM ativado;
4) Caso apareça o valor “1”, você deve digitar o seguinte para habilitar o TRIM: "fsutil behavior set disabledeletenotify 0"

3. Formatação completa

Assim como no caso anterior, aqui trazemos um exemplo de processo desnecessário para os computadores com SSD. Formatar completamente um drive de estado sólido não é uma tarefa muito interessante e isso se aplica por várias razões. Primeiro: apagar arquivos com o modo TRIM faz com que eles sejam realmente excluídos definitivamente. Segundo: isso não fará com que seu computador fique mais veloz. Sem falar que a ação ainda joga fora alguns ciclos de reescritas do dispositivo.

4. Usar Windows XP ou Vista

O Windows XP e o Windows Vista são sistemas operacionais que não possuem suporte para o TRIM. Isso significa que arquivos apagados permanecem disponíveis para a recuperação por meio de aplicativos especializados. Mais do que isso, também existe o fato de que sistemas sem TRIM acabam gerando bastante lentidão após algum tempo de uso.

ssd4 c2449

Em resumo: com o passar do tempo, seu SSD passará a demorar muito para conseguir terminar a escrita de um arquivo. É claro que não é o fim do mundo usar esses outros sistemas operacionais, mas é importante usar alguns softwares de otimização criados pelas próprias fabricantes de drives — evitando problemas relacionados às já mencionadas sobreescritas.

Atenção: não é interessante usar ferramentas alternativas de manutenção, pois isso pode prejudicar ainda mais o desempenho — opte sempre pelas oficiais das fabricantes. O drive de estado sólido sabe gerenciar os dados e cuidar de sua Garbage Collection — um sistema automatizado do gerenciamento da memória disponível — , sendo que a interação do usuário apenas vai prejudicar as configurações determinadas no firmware do componente.

5. Usar toda a capacidade

Essa lição já foi ensinada pelos HDs comuns em outros momentos — quem usa os PCs há mais tempo deve se lembrar do quanto era difícil reservar espaço em computadores que tinham menos de 1 GB para o armazenamento —, mas precisa ser relembrada. É essencial que você nunca preencha toda a capacidade do seu SSD, sempre deixando um espaço de sobra na unidade.

ssd5 aa7cd

Isso se deve ao fato de que novos arquivos e carregamentos exigem espaço livre para que funcionem corretamente. Logo, sem ele o seu sistema ficará muito lento e apresentando falhas constantes. O site AnandTech afirma que pelo menos 25% do espaço total devem ser mantidos livres para evitar problemas — algo parecido com o que era indicado para os HDs comuns.

6. Realizar escritas constantes

Essa dica é bem importante, mas deve ser melhor aproveitada somente por quem utiliza SSDs em conjunto com HDs comuns. Um dos métodos mais eficientes de fazer com que a vida útil dos drives de estado sólido seja prolongada está em evitar as escritas nele. Ou seja, fazer com que menos arquivos sejam gravados nos drives e os mantendo como unidades de leitura.

As recomendações mais comuns são de que o SSD deve ser usado para a gravação dos arquivos de sistema operacional, softwares, jogos e outros dados que precisam ser acessados frequentemente e com rapidez. Em resumo: grave os arquivos que precisam ser acessados para que a sua utilização se torne mais confortável.

Ao mesmo tempo, não é indicado armazenar arquivos de mídia nos SSDs — uma vez que o espaço seria desperdiçado e o carregamento deles pode ser feito a partir de um HD sem qualquer problema ou lentidão. Ou seja... Nada de salvar o seu filme favorito em 4K nos drives de estado sólido.

Evite arquivos de paginação

Quando a sua memória RAM está toda ocupada, o Windows utiliza um setor do seu HD para fazer com que mais aplicativos e processos possam ser carregados ou mantidos. O problema é que se estivermos falando sobre um computador com SSD, esse setor de memória será sobrescrito com muita frequência e causará danos à estabilidade e à vida útil do equipamento.

Ou seja... Desative a opção de paginação nas configurações do sistema operacional — ou use um disco rígido comum para isso. Se você só possui um SSD, recomenda-se que sua máquina tenha pelo menos 8 GB de RAM para que o sistema não exija a paginação da memória virtual.

Fonte:: Olhar Digital

winrar cbb68

Falha no programa permitia que cibercriminosos infectassem o computador das vítimas através de arquivos que utilizassem a extensão '.ace'

Desde o início do Windows, o WinRAR é um dos programas mais utilizados. Ele permite descompactar arquivos com extensão '.rar' e diversos outros que se encontram em algum tipo de compressão. Atualmente, o software conta com mais de 500 milhões de usuários.

Eis que, recentemente, foi descoberta uma falha no sistema que está presente há mais de 14 anos. Pesquisadores da empresa de segurança Check Point Software descobriram a existência de um erro que permite que um invasor possa acessar remotamente um computador que possua o WinRAR. O bug está presente em um registro .dll chamado UNACEV2.DLL, que não é atualizado desde 2005. Ele é o responsável por fazer o WinRAR descompactar arquivos com a extensão '.ace'.

Caso o usuário abra um arquivo duvidoso e tenha seu computador infectado, o hacker pode acessar pastas que não estão protegidas e até mesmo expandi-lo para qualquer outra pasta, inclusive fazer com que esse malware se inicie junto com a inicialização do sistema.

A solução encontrada pelos criadores do WinRAR foi remover a compatibilidade com arquivos .ace, para proteger os outros usuários.

Fonte:: Olhar Digital - Alvaro Scola

edge d5057

O Microsoft Edge é o navegador padrão que acompanha todas as instalações do Windows 10, mas que ainda assim, muita gente opta por não o utilizar, seja devido a sua interface diferente ou sites que requerem complementos que não são compatíveis com ele. Diferente de alguns outros apps pré-instalados, mesmo que você não o queira, não é possível fazer a sua desinstalação no Windows por caminhos tradicionais, deixando-o no máximo desativado.

Ainda assim, caso queira remover o Microsoft Edge por completo, existe um programa que ao executar uma série de comandos no sistema consegue excluí-lo por completo, sendo um método não oficial de desinstalá-lo, porém eficaz. A seguir, aprenda a remover o Microsoft Edge do Windows 10.

Importante

O processo a ser feito logo abaixo pode trazer alguns problemas para a máquina, isto em caso de você possuir programas que usem algum mecanismo do Microsoft Edge. Além disto, também é recomendado que você já tenha outro navegador instalado no seu computador e que o Microsoft Edge não esteja definido como o browser padrão do sistema, pois isto pode fazer com que alguns tipos de arquivos sejam abertos incorretamente.

Feitas estas ressalvas, certifique-se de criar um ponto de restauração antes de prosseguir, além de fazer o backup de seus arquivos importantes.

Como remover o Microsoft Edge

Além das ressalvas feitas acima, para remover o Edge de seu navegador é necessário possuir uma conta com privilégios de administrador. Sendo assim, segue abaixo o passo-a-passo:

1 - Acesse este link e realize o download do programa que vem no arquivo ZIP pela opção que está destacada na imagem abaixo;

edge1 1d70f

2 - Depois de ter baixado o arquivo, extraia o seu conteúdo para uma pasta de fácil acesso;

edge2 2735c

3 - Agora, clique com o botão direito do mouse no “Uninstall Edge” e selecione a opção “Executar como administrador”. Na caixa de diálogo do sistema que aparece, clique em “Sim”;

edge3 e5d42

4 - Após o processo ter acabado, aperte a tecla “Enter” e reinicie o computador. O tempo de execução dele varia de acordo com a velocidade de sua máquina;

edge4 f9066

5 - Caso após reiniciaizar computador o Edge ainda continue a aparecer instalado, basta executar novamente o script do "Uninstall Edge" e reiniciar a máquina. Então, o navegador estará removido por completo.

Pronto! Após ter reiniciado o computado, você não terá mais o Microsoft Edge, sendo que ele estará removido por completo. O processo, vale lembrar, não afeta o Internet Explorer, que continuará instalado em seu Windows 10.

Fonte:: Olhar Digital

chrome

Ao utilizar o navegador Google Chrome em um computador com menos memória, ou que não tenha um SSD, abra o gerenciador de tarefas e você notará que ele roda alguns processos que não são relacionados a sua navegação e que deixam a máquina lenta. Alguns destes processos, inclusive, podem ser excluídos sem necessariamente afetar o funcionamento do programa.

Este é justamente o caso do “Software Reporter Tool”, uma ferramenta que vem junto com o Chrome para verificar e analisar alguns processos do navegador, mas que pode tornar um PC mais lento. A boa notícia é que ele pode ser desabilitado. A seguir, veja como fazer o Chrome parar de rodar este processo desnecessário para melhorar a performance do seu computador:

Importante

Apesar deste processo não ser necessário para o funcionamento do Google Chrome, é importante seguir o passo-a-passo com cautela, uma vez que outros arquivos do navegador tem o nome parecido com a ferramenta que será alterada.

Fazendo a configuração

Diferente das configurações que são feitas diretamente nos menus do Chrome, para desabilitar este processo é necessário mexer em um arquivo que é instalado junto com ele. Confira como proceder:

1- Caso esteja com o Google Chrome aberto, feche o navegador;

2 - Aperte as teclas “Win + R” para abrir a janela do “Executar” e entre neste caminho: %LocalAppData%;

chrome

3 -Entre nas pastas “Google > Chrome > User Data > SwReporter > 36.182.200”;

chrome 3 8ae90

4 - Agora, recorte ou apague o “software_reporter_tool”;

chrome

 5 - Reinicie o computador.

Depois de ter feito as etapas acima, este processo não será mais carregado junto ao navegador. Por uma questão de segurança, ao invés de apagar este executável, é recomendável que você apenas deixe o seu arquivo em outra pasta, já que o resultado será o mesmo. Caso queira colocá-lo de volta, será preciso recriar a pasta “36.182.200” e copiar o “software_reporter_tool” para ela.

É preciso dizer, também, que este arquivo voltará a ser criado de forma automática toda vez que o Google Chrome receber uma atualização. Quando isto ocorrer, caso tenha problemas com ele consumindo mais memória, será necessário repetir todo este processo novamente.

Fonte:: Olhar Digital

windowsAtualizações do Windows

Além dessa área, falha se soma a um erro no qual vídeos travavam quando são reproduzidos no navegador Edge, caso o computador esteja usando uma placa de vídeo Nvidia.

Dias atrás, vimos como os problemas retornavam à Microsoft com o lançamento de um patch, especificamente o número KB4467682. A atualização causou telas azuis para alguns proprietários do Surface Book 2. As conseqüências? A Microsoft bloqueou atualizações para esses computadores.

Dias se passaram e parece que as águas ainda não estão calmas em Redmond, que agora são vítimas de um novo erro nos patches KB4469342 e KB4467682. Trata-se de uma falha que resulta na visualização e renderização de problemas no menu Iniciar do Windows 10. E outra dor de cabeça para o usuário.

É, portanto, contagioso e desastroso o grande update de outubro de 2018 para o Windows 10, que arrasta uma enorme lista de falhas por trás dele.

Muitos usuários estão com problemas no "Menu Iniciar" por causa desses dois patches citados, especialmente quando fizeram alguma customização no menu, como modificar o nome dos blocos (ou tiles). Neles, aparecem linhas cortadas que impedem a visualização correta dos itens do menu.

Esta falha se soma a um erro no qual vídeos travavam quando eram reproduzidos no navegador Edge, caso o computador esteja usando uma placa de vídeo Nvidia. Melhor que a Microsoft lance o novo substituto do Edge em breve.

Aparentemente, a fabricante do Windows já está ciente dessa falha e está trabalhando em uma solução que deve chegar na forma de (mais) um patch durante o mês de dezembro.

Por mais que a Microsoft divulgue que está melhorando o processo pelo qual os novos Builds e atualizações chegam ao mercado, a verdade é que casos como esse mostram que não é assim. Falhas e erros grosseiros ainda estão presentes e cada vez mais usuários têm medo de atualizar seus equipamentos, especialmente quando dependem do Windows para atividades profissionais.

Fonte:: Tecnoblog

 recaptcha

No começo, o reCaptcha exigia que você decifrasse uma sequência de palavras retorcidas para provar que você não era um robô. Depois, a tecnologia passou a exibir apenas uma caixa de marcação, que permite confirmar sua humanidade com um clique (pelo menos na maioria das vezes). E agora? Agora o reCaptcha não vai mais precisar de nenhuma prova sua.

O Google está lançando o Invisible reCaptcha, que não solicita nenhum “desafio” e não aparece nos formulários. Por motivos óbvios, a empresa não detalha o funcionamento da tecnologia, mas diz que a diferenciação entre humanos e robôs acontece por meio de “uma combinação de aprendizado de máquina e análise de risco avançada que se adapta às ameaças novas e emergentes”.

O reCaptcha continuará nas páginas, mas de forma escondida. Assim que você abrir um formulário, ele tentará adivinhar se você é um humano ou robô. Se o reCaptcha estiver em dúvida e desconfiar que você é uma máquina, então um desafio será exibido.

Como lembra o Ars Technica, o reCaptcha ajudou o Google a resolver problemas que eram complexos demais para as máquinas. Quando o reCaptcha funcionava por meio de palavras, você contribuía com a digitalização de livros. Depois, o Google passou a utilizar o reCaptcha na identificação de números de casas em fotos tiradas pelos carros do Street View. Mais recentemente, a tecnologia serviu para treinar algoritmos de reconhecimento de imagens.

O futuro do captcha é um mundo sem captcha.