25 Mai 2019
Fonte:: IDG Now!

Versões 8, 9 e 10 do navegador não receberão atualizações de segurança, logo, estarão mais expostas a ataques de malware

Microsoft Edge Browser

Se você ainda não deu adeus às versões 8, 9 e 10 do Internet Explorer, é chegada a hora. A partir deste 12 de janeiro, a Microsoft não mais fornece suporte para essas versões, e por isso lançou uma atualização para incentivar os usuários a mudarem para seu navegador mais recente, o Microsoft Edge. A empresa prestará suporte apenas para os navegadores Internet Explorer 11 e, claro, Microsoft Edge, disponível apenas no Windows 10.

Com a atualização, o usuário poderá continuar utilizando o IE, mas a Microsoft não garantirá a segurança com atualizações futuras, deixando essas versões de navegadores vulneráveis a ataques de malware. Em breve, os usuários das versões antigas receberão notificações incentivando a mudança para um navegador mais rápido e seguro. De acordo com a Microsoft, ao atualizar, o usuário é beneficiado, pois poderá visualizar sites com recursos mais modernos. Algumas páginas não são vistas da mesma forma quando acessadas em navegadores antigos. É o que acontece com o Office 365, por exemplo.

A mudança tem mais impacto para usuários de computadores pessoais que mantém a ferramenta de Atualizações Automáticas desabilitada. Se este for o seu caso, é necessário clicar em "Verificar se há atualizações" na área de atualizações do Painel de Controle. Caso o usuário mantiver as atualizações automáticas, não será necessário tomar nenhuma ação, pois a mudança para o Internet Explorer 11 já terá sido feita. No Windows 10, o Edge já vem instalado. Se optar por mudar de navegador, saiba que existem boas opções no mercado: Chrome, Firefox, Opera e Safari, para citar alguns.

Fonte:: Olhar Digital

google navegador

O Google Chrome pode ainda não estar presente na maioria dos computadores do mercado, mas seu número de usuários não para de crescer. Segundo a empresa de análise de dados Net Applications, o browser já é utilizado por 31% dos usuários, representando um crescimento anual de 46% desde o seu lançamento, em 2008.

Enquanto isso, o Internet Explorer, presente em 50% dos PCs do mundo, continua em queda. Para se ter uma ideia, esse mesmo índice foi registrado pela última vez antes da virada do século, na década de 1990. Na época, o IE ainda disputava espaço com o extinto Netscape.

Já o Edge, navegador introduzido pela Microsoft no recém-lançado Windows 10, não parece ter conseguido reverter o fracasso do antecessor, pelo menos em seus primeiros meses. O browser conta com 2,7% de participação no mercado, mas, apesar de um ligeiro crescimento, o resultado foi abaixo do mês anterior (setembro).

Atrás do Chrome e à frente do Edge está ainda o Mozilla Firefox, com 11% dos usuários. Em relação ao mês anterior à medição, o navegador sofreu uma queda de 0,2%. É o índice mais baixo para o browser desde 2005.

Fonte:: Olhar Digital

efast

Um novo vírus que vem se espalhando pela internet, chamado eFast Browser, substitui o Chrome, navegador do Google, por um navegador infectado. Ele é baixado durante a instalação de outros programas e substitui os atalhos do Chrome do computador.

Como o malware usa o código aberto Chromium, do Google, que também serve de base para o navegador da empresa, ele tem o visual bastante parecido com o do Chrome, o que confunde alguns dos usuários, que podem clicar no atalho sem perceber. Quando isso acontece, muitas propagandas indesejadas começam a aparecer para a vítima.

Além disso, a pessoa é redirecionada para páginas de conteúdo malicioso que podem trazer ainda mais vírus para o computador e o navegador também colhe dados privados do usuário. Após o malware ser instalado é praticamente impossível abrir novamente o Chrome, pois o eFast é definido como o navegador padrão e substitui o Chrome no sistema.

Fonte:: EXAME

pendrive killPendrive: com descarga de 220 volts, computador pode ser destruído

São Paulo – Um pesquisador de segurança virtual criou um aparelho similar a um pendrive capaz de destruir um computador em poucos segundos. Ele não faz isso usando um vírus ou qualquer tipo de malware, mas usando uma carga de energia que pode fritar o equipamento.

Depois de conectado a um computador ou notebook, o pequeno aparelho é capaz de enviar uma descarga de 220 volts. Com isso, componentes internos de um gadget podem ser destruídos.

O pesquisador usa o nome de Dark Purple. Em uma postagem em seu blog (em russo), ele explica o funcionamento do dispositivo. "O USB inicia a operação do conversor de voltagem, que carrega o capacitor de 220V”, escreve.

Depois disso, a energia que foi armazenada no capacitor é devolvida à porta USB, o que causa faz com que o computador seja danificado.

Dark Purple fez a demonstração em um vídeo, que você pode encontrar no final deste texto. Nas imagens, um IBM Thinkpad desliga poucos segundos após ser conectado ao pendrive.

De acordo com o especialista, o ataque não chegou a destruir dados presentes no HD do notebook. Por outro lado, o pendrive foi capaz de fritar a placa mãe do gadget.

Essa é a segunda versão do dispositivo criado por Dark Purple. “A principal característica da nova versão é aumentar a tensão de descarga para 220”, escreve ele em seu blog.

Fonte:: IDG Now!

10perigosos

Estudo da empresa de segurança Blue Coat procurou identificar os endereços mais perigosos da Web. Para isso, analisou centenas de milhares de solicitações de mais de 15 mil empresas e 75 milhões de usuários. Os resultados mostram que 95% dos sites que utilizam novos domínios (TLDs), criados após 2013, não são confiáveis.

O relatório “The Web’s Shadiest Neighborhoods” (As regiões mais suspeitas da Web) combina análises técnicas com dicas e truques para internautas e equipes de segurança das empresas. O objetivo é que ele se torne uma fonte de consulta, colaborando para a preservação da segurança dos diversos ambientes de Tecnologia da Informação e da Comunicação.

A pesquisa foca nos endereços com mais chances de serem usados em sites suspeitos, páginas que irão abrigar atividades perigosas para as empresas e para usuários da Internet. Entre os TLDs mais críticos localizam-se, também, as extensões de arquivos .zip e .review. De acordo com o estudo, 100% das extensões .zip e .review são suspeitas.

Confira os 10 principais "TLDs com sites suspeitos", segundo a Blue Coat.

Classificação Nome da extensão do arquivo Porcentagem de sites suspeitos

Nº 1 .zip 100,00

Nº 2 .review 100,00%

Nº 3 .country 99,97%

Nº 4 .kim 99,74%

Nº 5 .cricket 99,57%

Nº 6 .science 99,35%

Nº 7 .work 98,20%

Nº 8 .party 98,07%

Nº 9 .gq (Guiné Equatorial) 97,68%

Nº 10 .link 96,98%

Para chegar a esse resultado, a Blue Coat considerou como "suspeitos" os domínios classificados em seu banco de dados como spam, phishing, malware, botnet e software potencialmente indesejado (PUS, Potentially Unwanted Software).

O relatório também revela exemplos de atividades nefastas que ocorrem em sites com domínios suspeitos nas primeiras posições do ranking. Isso inclui o segundo domínio aparentemente mais perigoso, o .kim.

Recentemente, os pesquisadores da Blue Coat descobriram sites que veiculam páginas que imitam sites populares de vídeo e imagens e levam os visitantes desprotegidos a fazer download de malware involuntariamente.

“Devido à explosão do número de TLDs nos últimos anos, vimos um número assustador de domínios suspeitos se espalhar em uma velocidade alarmante”, afirma Dr. Hugh Thompson, CTO da Blue Coat Systems. “O aumento de TLDs obscuras, como revelado pela análise da Blue Coat, está proporcionando mais oportunidades aos malfeitores para perpetrarem suas atividades maliciosas. Para desenvolver uma melhor atitude de segurança, é essencial saber quais sites são os mais suspeitos e como evitá-los.”

De 2013 para cá o número de novos TLDs disparou. Houve uma explosão de novos domínios principais na Web. Em termos de segurança da Web, eles não podem ser considerados seguros e tampouco amigáveis, segundo técnicos da Blue Coat. Até junho de 2015, a contagem de TLDs válidos chegou a mais de mil.

Como reduzir a vulnerabilidade aos domínios suspeitos
À medida que organizações e consumidores buscam se proteger contra esses TLDs suspeitos é importante tirar lições importantes do relatório da Blue Coat. Eis algumas delas:

· As empresas devem considerar bloquear o tráfego que leva aos TLDs mais arriscados. A Blue Coat recomenda, por exemplo, que as empresas considerem bloquear o tráfego para as extensões de arquivos .work, .gq, .science, .kim e .country.

· Os usuários devem tomar cuidado ao clicar em qualquer link que contenha esses TLDs, caso sejam encontrados em resultados de busca, e-mail ou ambientes de redes sociais.

· Se não tiver certeza sobre a origem, passe o mouse sobre um link para verificar se ele leva ao endereço exibido no texto do link.

· "Pressione e segure" um link em um dispositivo móvel (não apenas clique) para verificar se realmente leva ao destino onde afirma levar.

Fonte:: Google

google-search

Pesquise uma frase exata
Coloque palavras entre aspas "[qualquer palavra]" para pesquisar por uma frase exata e na ordem exata. Lembre-se de que as pesquisas com aspas podem excluir resultados relevantes. Por exemplo, uma pesquisa por"Alexander Bell" excluirá páginas que se referem aAlexander G. Bell.

Pesquise em um site específico
Antes de sua consulta, digite site: se desejar que sua resposta venha de um site ou tipo de site específico (.org, .edu). Por exemplo: site:edu ou site:nytimes.com.
Ex: Pesquise por “op-ed site:nytimes.com”

Pesquise por tipo de arquivo
Pesquise por tipos específicos de arquivos, como PDF, PPT, ou XLS, adicionando filetype: e a abreviação de três letras.
Ex: lei affordable health care filetype:ppt

Inclua ou ignore palavras e caracteres em sua pesquisa
Destaque palavras e caracteres comuns como o e e se eles forem essenciais para a sua pesquisa (como no título de um filme ou livro) colocando-os entre aspas: "o". Você também pode usar o sinal de menos "-" para especificar itens específicos que você não deseja ver nos resultados, como ingredientes em uma receita.
Ex: receita de molho –tomates

Encontre páginas relacionadas
Use o operador related: para encontrar páginas com conteúdo similar. Digite "related:" seguido pelo endereço do site. Por exemplo, se você encontrar um site de que gostou, tente usar related:[Insira o URL] para localizar sites similares.
Ex: related:simplyrecipes.com/recipes/perfect_guacamole/

Pesquise na web
em todos os idiomas
Quando estiver pesquisando, clique em "Mais ferramentas de pesquisa" no painel à esquerda da página de resultados e, a seguir, selecione "Páginas estrangeiras traduzidas". Esse recurso escolherá o melhor idioma para pesquisar e fornecer resultados traduzidos.

Veja definições
Coloque define: na frente de qualquer palavra para ver sua definição.
Ex: Pesquise por “define: loquacidade”

Termos semelhantes
Obtenha resultados que incluam sinônimos colocando o sinal "~" em frente ao termo de pesquisa. Uma pesquisa sobre [receitas ~sobremesas Natal], por exemplo, retornará resultados para sobremesas, além de doces, biscoitos e outras guloseimas.
Ex: Natal ~receitas de sobremesas