18 Fevereiro 2019
Fonte:: OLHAR DIGITAL

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Dá um “google”; uma “googada”…o poder da ferramenta de busca mais popular da internet é tão grande que a expressão, para muita gente, virou verbo. Tão popular que há até quem confunda o sistema de buscas com a própria internet. Em 1998, quando foi criado, não era sequer novidade, mas quem hoje ainda se lembra de Alta Vista ou Yahoo!? A grande sacada do Google foi usar um algoritmo inteligente que, para cada busca, traz os resultados mais relevantes para cada usuário. Aliás, esta é a base do sistema até hoje…

Como qualquer outra tecnologia ou serviço, o buscador evoluiu com o tempo - como era de se esperar. Hoje o Google criou um ecossistema que fomenta milhões de negócios online. E para chegar aos 20 anos mantendo seu status de ferramenta de busca mais poderosa do planeta, a evolução precisou ser constante; de melhorias no algoritmo a recursos cada vez mais precisos acessados através de comandos de voz e da inteligência artificial do Google Assistente.

Mas essa hegemonia não pode ser vista com ingenuidade. Quantos de nós, hoje, em qualquer pesquisa feita na ferramenta, passa da primeira página de resultados? Quase ninguém, é verdade. Por falar em “verdade”, ao se tornar quase um oráculo da internet, o Google, com todo seu poder, pode ter se tornado um problema - ainda que pouca gente se atente para isso…

Muito poder concentrado nas mãos de uma só empresa nunca é interessante para a sociedade. Principalmente quando essa companhia, como o Google, tem cada vez menos concorrência. Com um quase “monopólio da informação” - a exemplo do que acontece com algumas empresas de mídia no Brasil - é possível manipular muita coisa; desde como as pessoas se comportam a uma eleição, por exemplo. E isso não é saudável para ninguém.

Vinte anos - tanto na internet quanto fora dela - é muita coisa! Muito tempo. É muito difícil que uma concentração desse porte como tem o Google se quebre por meios naturais. Talvez seja a hora de a gente reavaliar essa troca. Claro, ninguém quer ou vai ficar longe do Google… a gente só não pode ser ingênuo…

Fonte:: UOL

Chrome

A Microsoft vem tentando convencer os desenvolvedores a não instalar outros navegadores de internet no Windows 10 enquanto eles testam as atualizações que chegam em outubro deste ano. A empresa tem ampliado as ações contra o Chrome para promover o Edge, em uma série de investidas por meio do Windows, o sistema operacional mais famoso do mundo.

Ainda assim, as investidas estão longe da agressividade com que a companhia agia nos anos 90, quando transformou o Internet Explorer no mais usado navegador do mundo, e protagonizou uma das maiores condenações por conduta anticompetitiva da história.

Os participantes do programa de testes do Windows, chamado Windows Insider, que tentam baixar algum navegador se deparam com o seguinte aviso:

"Você já tem o Microsoft Edge - o mais seguro e rápido navegador para o Windows 10".

A partir daí, o usuário deve escolher se abre o Edge, que vem instalado de fábrica no sistema, ou se instala o navegador escolhido por ele assim mesmo.

A Microsoft não vê problema na ação. Afirma que, ainda assim, é o consumidor que decide qual navegador vai usar.

"Testamos essa funcionalidade como parte do programa Windows Insider, que permite o teste de funcionalidades e recursos diferentes, bem como a coleta de feedbacks antes de um lançamento mais amplo. Os consumidores continuam no controle e podem escolher o navegador de sua escolha", informa a empresa por meio de nota.

Não é a primeira "funcionalidade" criada para convencer usuários a aderir ao Edge. Em março deste ano, uma das novidades da versão de teste do Windows 10 foi abrir no Edge os links recebidos por meio de seu email --mesmo se o browser escolhido como padrão pelo usuário fosse outro.

A Microsoft nunca engoliu ter perdido a dianteira para o Google no mundo dos browsers, uma vez que já dominou esse mercado com o Internet Explorer. A criação do Edge, remodelado com maior integração a outras de suas plataformas e inteligência artificial, foi, de alguma forma, uma resposta à ascensão do Chrome.

Em 1998, a disputa ferrenha pela preferência do consumidor entre os navegadores levou a Microsoft ao banco dos réus. A empresa detinha o maior caso anticompetitivo da história da tecnologia até este ano, quando o Google recebeu uma multa recorde da União Européia por usar o Android e seu domínio entre os celulares para prejudicar rivais.

A Microsoft foi acusada na época de usar seu monopólio sobre o Windows para ampliar a distribuição de seu antigo navegador, o Internet Explorer, e minar o avanço de concorrentes, entre os quais, principalmente, o Netscape.

Em 1998, o IE estava longe de ser unanimidade e o Netscape fazia com que a empresa de Bill Gates comesse poeira no segmento. Após a acusação, a Microsoft chegou a ser condenada, em uma decisão que exigiu que ela fosse dividida em duas: uma área voltada ao Windows, e outra ao IE.

Após apelar, a Microsoft entrou em um acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Aceitou liberar um kit de desenvolvimento para programadores de fora da empresa criarem softwares próprios e foi obrigada a ter seus sistemas vistoriados por cinco anos, para garantir que não mudaria seus códigos para prejudicar rivais.

Fonte:: IDGNOW!

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Os navegadores da Microsoft e da Mozilla decaíram em julho, enquanto os usuários continuam a migrar para o gigante do Google, o Chrome. Segundo a Net Applications, o Internet Explorer (IE) e o Edge, da Microsoft, tiveram queda de 15,4% no mês passado, uma queda de 3,8 pontos percentuais em relação a junho. Enquanto isso, o Firefox, da Mozilla, recuou dois décimos de um ponto percentual, registrando uma participação de usuários de 9,7%.

A Net Applications calcula o compartilhamento de usuários, detectando as cadeias de agentes dos navegadores que as pessoas usam para visitar os sites de seus clientes. Em seguida, registra as sessões do visitante, em vez de contar apenas os usuários.

Um longo declive

Os problemas da Microsoft pareciam piores, já que o IE e o Edge mostraram poucos sinais de conter suas perdas contínuas. Com pouquíssimas exceções, os browsers vêm perdendo força mês após mês. No último ano, sua participação caiu 6,8 pontos percentuais, um declínio de 31% em relação à marca de 31 de julho de 2017.

Julho foi o terceiro mês consecutivo em que o Firefox registrou número abaixo da faixa de 10%. No ano passado, o Firefox perdeu 2,6 pontos percentuais, ou 21% de sua participação de usuários.

Se as tendências dos últimos 12 meses continuarem e o IE e Edge perderem mais 31% no próximo ano, eles serão responsáveis por apenas 10,6% da participação mundial de usuários de navegadores até 2019. Se o Firefox cair 21%, terá somente 7,6% de participação no mesmo período.

Mas o Firefox pode ter a melhor chance de superar essa previsão. Isso porque o navegador sobreviveu a uma experiência de quase morte recentemente. Há dois anos, a Net Applications informou que a participação de usuários do Firefox havia atingido uma baixa recorde de apenas 7,7%. Mas nos 14 meses que seguiram, o navegador se recuperou para 13,1%.

O Internet Explorer teve um pequeno crescimento em dezembro de 2011, saindo de 50% dos usuários para 59,1% três anos depois. Mas o IE, e depois o IE + Edge, perderam terreno desde dezembro de 2014.

Um futuro sombrio

De acordo com a Net Applications, o IE e o Edge foram responsáveis por 17,4% dos navegadores que rodavam no Windows em julho. Porém, o IE será cada vez mais rejeitado pelos clientes comerciais à medida que eles adotarem o Windows 10 e modernizarem os aplicativos e sites da Web. Isso deixará o Edge como o único navegador competitivo no arsenal da Microsoft. E o Edge continua a ser um fracasso. Em julho, apenas 11,5% de todos os usuários do Windows 10 confiaram no navegador, uma baixa recorde prazo.

As perdas da Microsoft e da Mozilla se tornaram os ganhos do Google: o Chrome adicionou quase quatro pontos percentuais à sua participação de usuários em julho, terminando em 64,7%. A última vez que um navegador possuiu um pedaço tão grande do mercado mundial de navegadores foi no final de 2009, quando o IE representava dois terços do total.

Usando a variação mensal nos últimos 12 meses, o Chrome deverá atingir 66,7% dos computadores ou mais em dezembro, chegando a 70% em agosto de 2019.

A média de 12 meses para os navegadores da Microsoft e da Mozilla criam uma imagem bem diferente. O IE e o Edge serão responsáveis por menos de 12% de toda a participação do usuário até fevereiro de 2019 e cairão para menos de 10% até maio. O Firefox continuará com seu declínio, caindo para menos de 9% em novembro e 8% em março de 2019.

Fonte:: IDGNOW!

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A Microsoft divulgou na semana passada a primeira prévia do que será a versão 1903 do Windows 10, a atualização de recursos prevista para ser lançada na primavera do hemisfério norte. Mas, antes dela, a atualização conhecida como 1809 deve acontecer em setembro. Caso isso realmente aconteça, será a primeira vez desde o final de 2015 que a data real de entrega coincide com a etiqueta numérica.

Em 25 de julho, a Microsoft bifurcou a prévia do Windows 10 em 1809 para que os desenvolvedores continuem entregando betas para essa compilação e comecem a trabalhar na próxima linha do 1903.

Quando isso acontece, a Microsoft fornece a compilação ainda mais futura, neste caso, 1903, para os participantes do Windows Insider que anteriormente trabalharam no Skip Ahead. À medida que a atualização do recurso atual se aproxima do lançamento, a Microsoft alterna os usuários do Skip Ahead para a atualização a seguir, para que os engenheiros possam começar a coletar feedback sobre essa versão, mesmo que continuem a polir o conjunto a ser lançado em breve.

Em 2017, quando o Windows 10 1709 (também conhecido como "Fall Creators Update") estava prestes a ser concluído, a Microsoft bifurcou o código de visualização e distribuiu uma versão diferente para Skip Aheaders.

A expectativa é de que o Windows 10 1809 seja lançado no dia 10 de setembro, 47 dias depois do dia 25 de julho (dia da última atualização). Uma segunda estimativa foi gerada adicionando 61 dias – média dos dois acionadores anteriores ao Skip Ahed – resultando em um lançamento dia 24 de setembro.

Os últimos três upgrades foram lançados em segundas ou terças-feiras (11 de abril de 2017; 17 de outubro de 2017; e 30 de abril de 2018), então 10 ou 11 de setembro seriam as datas de lançamento mais prováveis.

Embora a Microsoft nunca tenha se vinculado expressamente sobre os meses de lançamento ser março e setembro - em um documento de suporte, ele dá margem de manobra afirmando que atualizações de recursos serão lançadas "duas vezes por ano, por volta de março e setembro".

A emissão de atualizações de recursos durante os meses indicados seria um sinal de que a Microsoft conseguiu lidar melhor com o ritmo acelerado de desenvolvimento que, às vezes, mostrou dificuldades com a execução. Seria também um passo em direção a um cronograma mais previsível.

Fonte:: Olhar Digital

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Se você ainda tem o Flash instalado em seu computador, é melhor atualizá-lo. A Adobe liberou nesta última quinta-feira uma nova versão do software, a 30.0.0.113, que corrige uma brecha que já era explorada por cibercriminosos para invadir sistemas e executar códigos maliciosos remotamente em máquinas com Windows, Linux, macOS e também pelo Chrome.

A vulnerabilidade foi descoberta por diversas empresas de segurança e foi explorada em ataques direcionados principalmente a usuários no Oriente Médio, como relata o site Hacker News. De acordo com uma análise da Qihoo 360, os cibercriminosos enviavam arquivos de Word modificados, que rodavam um código e liberavam o conteúdo malicioso assim que abertos.

Um domínio que simulava um site de buscas de emprego foi registrado ainda fevereiro e servia como “servidor de comando e controle” para os ataques, de acordo com o Hacker News. Ou seja, os hackers aparentemente estavam cientes da falha há cerca de quatro meses.

Além da correção da brecha, identificada como CVE-2018-5002, a Adobe ainda inclui ajustes para resolver duas outras vulnerabilidades, a CVE-2018-5001 e a CVE-2018-5000. Por isso, é importante atualizar seu Flash o quanto antes.

Fonte:: BABOO - Lucas Moura

O menu “Enviar Para”, acessível ao clicar com o botão direito do mouse sobre um arquivo. Personalizá-lo funciona basicamente como uma pasta. Abra-a ao digitar shell:sendto no Executar (Windows+R). A pasta padrão é: C:\Users\\AppData\Roaming\Microsoft\Windows\SendTo.

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Dentro dela você verá todos os atuais itens do menu Enviar Para, remova um e ele será automaticamente atualizado. Todos os itens da pasta devem ser atalhos. Por exemplo, uma pasta foi criada dentro de Meus Documentos chamada documentos Word. Ela será usada para armazenar todos os documentos criados pelo Word. Clique com o botão direito do mouse sobre a pasta e escolha Criar Atalho. Recorte (CTRL+X) e cole (CTRL+V) dentro da pasta SendTo.

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Agora todos os arquivos serão copiados para essa pasta ao usar o menu Enviar Para.

Desabilitar o menu “Enviar Para”

ATENÇÃO: Não recomendamos remover o menu “Enviar Para” ou qualquer problema que isso possa ocasionar. Se você não quer usá-lo, é preferível remover todos os itens da pasta para que fique em branco no menu de contexto.

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Para desativar o menu “Enviar Para” é preciso estar conectado com uma conta de administrador e acessar o Editor de Registro do Windows.

Você pode fazer isso ao digitar regedit no Executar (Windows+R)

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Outra opção é pesquisar regedit na Busca do Windows (Windows+S)

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Dentro dele, navegue até: HKEY_CLASSES_ROOT\AllFilesystemObjects\shellex\ContextMenuHandlers\SendTo

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Na lateral direita do Editor de Registro, você verá um valor da cadeia de caracteres.

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Clique duas vezes sobre ele para acessar as Propriedades e apague os Dados do valor.

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Pronto! Agora o Menu “Enviar Para” não estará mais visível. Para reativá-lo, clique novamente duas vezes sobre o valor e digite {7BA4C740-9E81-11CF-99D3-00AA004AE837}.