21 Março 2019
Fonte:: Olhar Digital

torA preocupação com a segurança das informações na internet cresce à medida que o cibercrime avança na missão de explorar vulnerabilidades dos softwares. Um dos meios de se proteger é aderir ao navegador Tor, utilizado para imersões na chamada Deep Web (veja vídeo abaixo), a parte obscura da internet garantida pelo anonimato. Com ele, nada é rastreado.

Nesta quinta-feira, a empresa de segurança ESET emitiu nota em que recomenda o uso do navegador - baseado em software livre e de código aberto - como alternativa aos convencionais. “Por meio dele, é possível evitar golpes e ameaças voltadas a roubar dados pessoais e credenciais de acesso dos internautas”, analisa Camillo Di Jorge, diretor-geral da ESET Brasil.

Antes de utilizar o Tor, porém, é necessário atentar para algumas orientações elaboradas pela própria empresa de segurança.

· Tráfego de rede: Ao utilizar Tor, nem todo o tráfego do computador entra em modo anônimo de forma automática, a menos que os serviços não estejam configurados corretamente. Por essa razão, o usuário deve estar ciente dos serviços que são utilizados e que os mesmos foram configurados de forma adequada.

· Uso de acessórios: Alguns plug-ins instalados nas configurações do navegador podem evitar a navegação anônima, assim é aconselhável não instalar add-ons no navegador pré-configurado, mas caso seja necessário faça isso manualmente.

· Usando HTTPS: O tráfego enviado por meio da rede Tor é transmitido de forma criptografada, mas uma vez a página fechada, a criptografia só depende do site visitado, por isso recomenda-se a conexão com sites via protocolo seguro, HTTPS.

· Download de documentos: Os documentos que você baixar e usar enquanto navegar com Tor podem conter recursos que são baixados pelo aplicativo que é executado fora do âmbito da rede anônima, revelando o endereço IP real utilizado. Nesses casos, recomenda-se desligar o computador da rede e, em seguida, abrir os documentos.

Um lugar pouco conhecido

O Olhar Digital já mergulhou nas profundezas da Deep Web. No vídeo abaixo, você confere o que acontece neste mundo paralelo da internet no qual transitam grupos como Anonymous e informações sobre pedofilia, turismo sexual e até assassinos de aluguel.

Fonte:: UOL

fibra-oticaO Google anunciou nesta quinta-feira (9) a construção de um cabo de fibra óptica marítima que conectará Santos (SP) e Fortaleza (CE) à cidade de Boca Raton, na Flórida (Estados Unidos). De acordo com a empresa, o empreendimento vai beneficiar a infraestrutura de internet de toda a América Latina.

Não foram detalhados os valores (o Google menciona um investimento de dezenas de milhões de dólares). No entanto, a companhia disse que a iniciativa conta com o apoio da Algar Telecom (operadora brasileira que atua em alguns Estados do país), Antel (operadora uruguaia) e a Angola Cables, empresa angolana de fibra óptica.

No blog do Google, onde foi publicado o anúncio, a empresa cita o interesse na região, que ainda tem muito a crescer. "À medida que mais pessoas entram na rede, aumenta a necessidade de adicionar mais capacidade à infraestrutura que mantém a internet funcionando, para que todos possam ter uma experiência online rápida, segura e útil", informou a companhia.

A conexão entre Brasil e os Estados Unidos terá 10.556 km de extensão por onde passarão seis pares de fibra. A expectativa é que a construção esteja pronta até o fim de 2016.

Governo quer conectar Brasil à Europa
Apesar do empreendimento, a iniciativa vai contra os esforços expressados pelo governo brasileiro. Após denúncias feitas por Edward Snowden de que o governo dos Estados Unidos espiona o tráfego da internet (inclusive de empresas e usuários brasileiros), a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, anunciou que ia fechar consórcios com países europeus para conectar o Brasil à Europa.

Atualmente, a conexão do Brasil com a internet é feita com cabos submarinos conectados aos Estados Unidos.

No início do ano, a Telebras anunciou uma parceria com uma empresa espanhola para conectar o litoral brasileiro à Europa. Estão previstos investimentos de US$ 185 milhões.

Fonte:: Olhar Digital

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O Google Brasil anunciou nesta quinta-feira, em seu blog, que vai passar a identificar automaticamente a qualidade da rede utilizada em celulares durante buscas no site para diminuir o tempo de carregamento das páginas.

Caso a velocidade da internet seja lenta, a empresa passará a oferecer uma versão mais simplificada da página de resultados e, por consequência, mais leve. Na prática, as respostas às buscas permanecem iguais, mas imagens e mapas só serão oferecidos quando forem essenciais.

Segundo o Google, essa é uma iniciativa no sentido de universalizar o acesso às informações, mesmo para pessoas que utilizam redes com velocidades reduzidas.

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Fonte:: IDG Now!

Google logo

Sites que não criptografam as conexões com os seus visitantes podem obter uma classificação mais baixa no motor de busca do Google. A medida visa promover melhores práticas de segurança online.

O movimento do Google foi concebido para estimular os programadores a implantarem o protocolo TLS (Transport Layer Security), que usa um certificado digital para criptografar o tráfego ‒ representado pela figura de um cadeado na maioria dos browsers e as letras "https" no início das URLs (endereços).

São muitos os atributos usados pelo Google para fazer com que um site seja melhor posicionado que outro nos resultados de busca. Ter conteúdo exclusivo, ter destaque nas redes sociais, backlinks, etc... A empresa acrescentou o uso de https nesses atributos, embora se aplique a cerca de 1% das consultas hoje, ressaltam Zineb Ait Bahajji e Gary Illyes, analistas de tráfego da Google.

A segurança de um website terá menos peso na classificação em comparação a outros fatores como conteúdo de alta qualidade, mas sua importância pode aumentar com o tempo, segundo o Google. "Esperamos ver mais websites usando HTTPS no futuro", disseram os analistas do Google.

Todos os sites mais respeitáveis ​​usam a criptografia quando uma pessoa envia os seus elementos de autenticação, mas alguns não o fazem. Isso significa que o conteúdo é suscetível a um ataque de intercepção ("man-in-the-middle"). O conteúdo que não é criptografado pode ser lido facilmente.

Mas embora a implantação do "https" seja bastante simples para pequenos sites, pode ser complexo para as grandes organizações, com muitos servidores que precisam lidar com desafios como o aumento da latência, problemas de suporte com as redes de distribuição de conteúdo e questões de escala.

A LinkedIn, por exemplo, disse em junho que ainda estava atualizando toda a sua rede para uso de https após a empresa de segurança Zimperium descobrir ser possível sequestrar as conta de usuários do serviço, em alguns casos. O mesmo problema foi detectado no Instagram. O serviços faz pedidos não criptografados para algumas partes de sua rede, o que poderia permitir a um hacker na mesma rede WiFi roubar um "cookie de sessão".

Fonte:: EXAME

Windows-10A Microsoft anunciou nesta terça-feira (30), durante um evento em São Francisco, o Windows 10, a nova versão do sistema operacional da empresa. "O novo sistema desbloqueia novas experiências para permitir que os usuários trabalhem, joguem e se conectem", afirmou Terry Myerson, vice-presidente executivo de sistemas operacionais da Microsoft no evento.

 Amanhã, a empresa irá liberar a versão do Windows 10 para desenvolvedores, chamada de Technical Preview. A edição para servidores chegará em breve. Já para consumidores em geral, o novo sistema deve chegar somente em 2015.

O produto deve reforçar a unificação de plataformas dentro da Microsoft. Uma boa notícia para os usuários do sistema Windows é que o menu iniciar voltou. Seu tamanho pode ser modificado e seu visual alia características do Windows 7 e do Windows 8.

Os aplicativos desenvolvidos para o Windows 8, que eram executados sempre em tela cheia, agora poderão ser usados na área de trabalho clássica do Windows. "Nâo queremos essa dualidade, queremos que os usuários de PCs com mouse e teclado tenham sua interface familiar", Joe Belfiore, vice-presidente corporativo do grupo de sistemas operacionais."Foi intencional juntarmos PC, tablet e smartphone. Capacidades similares, mas que no fim se diferenciam", declarou.

 Outra novidade que facilita o uso do Windows 10 é um característica que também é encontrada no Mac OS X, da Apple: a possibilidade de ter mais de uma área de trabalho. Cada interface personalizada pode ser acessada por meio da barra de tarefas, que é onde ficam os atalhos para cada uma delas. 

Um novidade interessante para desenvolvedores é que no Windows 10 é possível utilizar o atalho "ctrl + V" para colar caminhos de diretórios no prompt de comando. Além disso, os atalhos usando as teclas Shift e Ctrl+Shift podem ser usadas para seleção de conteúdo assim como no restante do sistema.

 Quanto aos aplicativos universais do novo Windows, a Microsoft informou que dará mais detalhes durante a Build 2015, sua conferência anual para desenvolvedores, que tradicionalmente ocorre no mês de abril.

 Há novidades para o mercado corporativo também. Com o Windows 10, os clientes empresariais poderão personalizar a loja de aplicativos. "Essa será a melhor plataforma enterprise da história da companhia", disse Myerson."Estamos criando uma plataforma que tem escala, desde pequenos aparelhos a até servidores do Azure", de acordo com a companhia.

 Windows 10? - A Microsoft contrariou as expectativas e rumores e pulou o Windows 9, indo direto para o 10. Quanto a isso, a empresa informou que "quando você ver o produto em sua totalidade, você irá concordar que esse é um nome mais apropriado". Além disso, devido a proposta de ser multiplataforma, a próxima edição do sistema para smartphones da empresa será chamada de Windows 10.

Fonte:: Canaltech

 seo 1Ferramentas de busca contam com vários algoritmos e sistemas de detecção, que coletam as páginas da internet e as transformam em resultados relevantes para os usuários. Esses mecanismos automatizados contam também com ferramentas que auxiliam o Google na detecção de links maliciosos, pouco relevantes ou criados justamente para atrair tráfego sem entregar conteúdo.

Com isso, o Google criou certas regras que ditam o que e como conteúdos podem se tornar relevantes, e daí nasceu o SEO. Muita gente, porém, não sabe exatamente como agir quando observa uma queda drástica nas visitas, que pode ter como origem problemas na otimização da página.
Confira agora algumas dicas para trabalhar de forma mais adequada às políticas do site de busca ou identificar possíveis erros em seu site atual. A seleção foi baseada em texto publicado pelo Huffington Post.

 Criando conteúdo

O Google utiliza algoritmos com nomes de animais para organizar, selecionar e hierarquizar conteúdos da rede. O Panda, por exemplo, é responsável por identificar conteúdos que trazem baixo valor para o usuário, enquanto o Penguin elimina práticas de manipulação, como o uso de diversos links que levam para uma mesma página ou outras práticas que tentam melhorar o rankeamento. Ambos têm como intuito acabar com o "black hat", como é chamada a prática de criar tráfego sem relevância.

Antes, era justamente o número de conexões para um determinado site que justificava sua posição no ranking de pesquisas do Google. Agora, porém, a arquitetura é muito mais voltada para a utilidade e valor de cada conteúdo. Portanto, criar trabalhos de qualidade e realmente entregar o que se promete já é um grande passo para evitar problemas de rankeamento.

 Para auxiliar as pessoas a criar conteúdo realmente relevante aos olhos da ferramenta de busca, o próprio Google lista uma série de perguntas que todo produtor deve se fazer sobre seu site:

 

A informação divulgada é confiável?

O conteúdo foi escrito por um especialista ou é raso?

Ele está duplicado, sobreposto ou redundante em um mesmo site? Trata-se da mesma coisa apenas escrita de maneiras diferentes?

Existem erros de escrita ou gramática?

O conteúdo é curto, pouco substancial ou específico?

O Google também chama a atenção para a otimização em excesso, uma prática que também é considerada nociva. Por isso, nada de incluir diversas vezes a palavra a ser rankeada em uma mesma página ou repetir demais as informações. Isso também pode causar punições na hierarquia.
Vale a pena lembrar que, em caso de penalização, o site inteiro cai nas buscas, e não apenas a página onde a irregularidade foi identificada. Por isso, tente sempre manter seu conteúdo sadio e relevante.

 

Como identificar problemas

Se você sente que as visitas em suas páginas estão menores devido a problemas de SEO, vale a pena dar uma checada nos relatórios do Google Analytics. Observe quedas gritantes no número de acessos e cruze esses dados com as atualizações do Panda e do Penguin, de forma a observar se as novidades da ferramenta de buscas não estão interferindo.

Além disso, dê uma olhada no Google Webmaster Tools em busca de mensagens da própria empresa sobre problemas ou punições a seu site. Ações manuais dos moderadores também podem ser realizadas aqui, portanto, é importante checar a seção específica sobre isso para ver se algum conteúdo não foi catalogado como irregular.

Ao identificar os problemas, o melhor a fazer é remover as páginas identificadas. Corrigi-las pode dar efeito, mas pode ser uma ação ineficaz e com resultados mais demorados.

 

O layout também é importante

Além de observar o conteúdo e características das páginas, o visual também é um fator importante para a otimização. A informação deve ser postada de forma clara e simples, sem que o usuário tenha de se virar para encontrá-la nem tenha dificuldades para acessar. A apresentação deve ser direta e não intrusiva.

 Aqui, o Google utiliza a expressão above the fold para designar tudo aquilo que está disponível na primeira dobra da página, visível sem a necessidade de rolá-la. Um título chamativo, um resumo das informações e imagens ilustrativas são importantes não apenas para que os mecanismos de busca gostem de você, mas também seus usuários.

Uma grande quantidade de anúncios logo de início não é vista com bons olhos. Isso não quer dizer que você deva excluir completamente a propaganda, e sim, integrá-la de forma natural ao conteúdo. É importante sempre levar em conta que, apesar do aspecto financeiro ser importante, seus usuários estão acessando sua página por causa do que ela contém, e não para ver propagandas. É isso que o Google leva em conta.

Fique atento ao tempo de carregamento das páginas e evite plug-ins ou elementos que possam causar travamentos. Layouts responsivos, que funcionam bem em dispositivos móveis, também contam pontos e podem fazer com que seu conteúdo apareça mais acima na lista do Google.