11 Dezembro 2018
Fonte:: IDGNOW! - JULIANA AMÉRICO

windows 7b3b2

No mês passado, a Microsoft lançou uma atualização do Windows 10, mas não são todos que estão recebendo as mudanças. Conforme relata o MSPowerUser, a empresa está bloqueando a instalação da atualização em computadores com o antivírus da Avast.

Aparentemente, os sistemas estão apresentando incompatibilidade, o que causa travamento. Ambas as companhias afirmaram que já estão trabalhando em parceria para tentar resolver problema antes de voltar a disponibilizar a atualização.

As soluções temporárias são desinstalar o Avast e instalá-lo novamente assim que o computador for atualizado, usar um outro antivírus ou esperar a Microsoft liberar uma correção.

Recentemente, o Windows 10 April 2018 update também apresentou incompatibilidade com modelos de SSDs da Intel e da Toshiba.

Fonte:: Olhar Digital - ALVARO SCOLA

dns 7ecbc

Sempre que você acessa um site, antes dele abrir, a sua conexão passa por um servidor de DNS que traduz o nome da página para chegar até seu IP. Estes servidores podem acabar interferindo na velocidade de sua internet, então, confira abaixo como saber qual o melhor DNS para acelerar a sua internet.

Para realizar os testes dos servidores e fazer uma configuração automática, será utilizada uma ferramenta gratuita que dispensa a necessidade de instalação. Dito isto, siga os passos:

Faça o download do DNS Jumper;
Extraia o conteúdo do arquivo ZIP em uma pasta;
Dê um clique com o botão direito do mouse em seu executável e selecione a opção “Executar como administrador”;

dns d7536

Ao abri-lo, selecione a sua placa de rede no campo que está destacado na imagem abaixo. Se estiver em dúvida, pode deixar a opção “Todas as placas de rede”;

dns 54b7a

Clique na opção “DNS mais rápido”;

dns 4ca98

O programa trará uma lista com todos os servidores DNS que ele conhece. Clique em “Iniciar Teste do DNS”;

dns a0cbe

Os servidores de DNS mais rápidos acabarão no topo da lista. Selecione o melhor e clique em “Aplicar Servidor DNS”;

dns 9f72e

Feche a janela, e de volta a tela principal do aplicativo, clique em “Aplicar DNS”.

dns 6fe18

No teste realizado, é possível notar que servidor da Cloudflare se saiu como a melhor opção, seguido pelo DNS do Google.

Limpando o cache do DNS anterior

Neste momento o computador já está configurado para usar o novo DNS, entretanto, é recomendado fazer a limpeza do cache do DNS para eliminar qualquer vestígio de sua configuração anterior. Veja como fazer:

No menu iniciar, procure por “CMD”. Dê um clique com o botão direito nele e vá em “Executar como administrador”;

dns 9c43d

Na janela, digite o seguinte comando: ipconfig /flushdns. Aperte “Enter”;

dns 30aaa

Reinicie a máquina.

Aplicando a configuração de DNS no seu celular

Além de deixar a internet em seu computador mais rápida, também é possível fazer a configuração de DNS em seu celular. Apesar do tutorial mencionar apenas o Cloudflare, como exemplo, você pode usá-lo para configurar qualquer servidor que tenha se saído bem nos testes do DNS Jumper.

Fonte:: Computerworld / EUA

 chrome 6c695

O Google revelou nesta semana mais detalhes do seu plano para alertar os usuários sobre sites inseguros, informando os passos que tomará gradualmente com o Chrome ao longo deste ano.

A partir de setembro, o Google vai deixar de marcar os sites HTTP padrão – aqueles que não são protegidos com um certificado digital, e que não criptografam o tráfego entre o navegador e os servidores dos sites – como seguros na barra de endereços do Chrome. No mês seguinte, o browser vai classificar as páginas HTTP com um aviso em vermelho “Não Seguro” (“Not Secure”) quando os usuários derem inseriram qualquer tipo de dado na página.

Eventualmente, o Chrome vai marcar todo site HTTP como “afirmativamente não seguro”, conforme as palavras do Google. Ao fazer isso, o navegador da gigante de buscas terá completado uma volta de 180 graus em relação à sinalização original para os sites HTTP, que antes eram marcados como seguros e traziam até um ícone de cadeado.

“Os usuários devem esperar que a web seja segura por padrão”, escreveu a gerente de produtos da equipe de segurança do Chrome, Emily Schechter, no blog do Google. “Como em breve vamos começar a marcar todas as páginas HTTP como ‘não seguras’, vamos avançar para remover os indicadores positivos de segurança do Chrome para que o estado padrão sem marcação seja seguro.”

Em julho, o Chrome 68 – com lançamento previsto entre os dias 22 e 28 daquele mês – vai marcar todos os sites HTTP ao inserir o aviso “não seguro” na barra de endereços. O Google já tinha anunciado anteriormente esse estágio do plano, vale notar.

Com a chegada do Chrome 69, na semana de 2 a 8 de setembro, o navegador vai marcar as páginas seguras – no caso, os sites HTTPS com um certificado digital válido – com um marcado neutro, em vez de um que note de maneira afirmativa uma página como seguro. Mais especificamente, o Chrome 69 vai abandonar o texto “Seguro” em verde da barra de endereços para os sites HTTPS, mostrando apenas o pequeno ícone de cadeado.

Então, na semana de 14 a 20 de outubro, o Chrome 70 vai marcar todo site HTTP com um ícone de inseguro – um pequeno triângulo vermelho – e o texto “Não Seguro” na barra de endereços assim que o usuário interagir com qualquer campo de inserção de dados, como uma área para digitar uma senha ou que solicite informações financeiras.

Após o Chrome 70, o calendário do Google não possui outras datas fechadas. “Ainda não há uma data alvo para o estágio final, mas pretendemos marcar todas as páginas HTTP como afirmativamente não seguras no longo prazo (o mesmo com outras páginas não seguras, como páginas com HTTPS quebrado)”, afirma a empresa de Mountain View no seu plano geral para tornar os sites seguros o padrão na sinalização do navegador.

A campanha do Google para inverter os sinais teve início em 2014 e já registrou diversos marcos desde então. Em janeiro de 2017, por exemplo, o Chrome 56 começou a chamar a atenção para os sites que não criptografavam os campos de inserção de senha ou dados financeiros com a classificação “Não Segura” aparecendo nas páginas pertinentes. Em fevereiro de 2018, o Google anunciou as mudanças para o Chrome 68, que daqui dois meses vai marcar todos os sites HTTP com a mesma notificação negativa.

Em paralelo, o Google também vem estimulando todos os sites a adotarem o HTTPS, não apenas aqueles ligados ao e-commerce, como era o caso anteriormente. O Google, a Mozilla e outras empresas do segmento patrocinam o projeto Let’s Encrypt, que fornece certificados digitais sem custo.

Mas é a popularidade crescente do Chrome que acabou funcionando como o fator mais efetivo a favor do HTTPS. Em abril, a empresa de análise Net Applications apontou que o navegador do Google tinha 62% do mercado de browsers, muito à frente dos seus rivais. Essa posição deu uma enorme influência para o Chrome, de forma que nenhum site quer dar a todos esses usuários a impressão de que é inseguro e não deve ser visitado.

Fonte:: Olhar Digital - RENATO SANTINO

facebook fb9c6(Foto: scyther5 / iStock)

A pornografia de vingança é um problema sério, e não são poucos os casos de pessoas que têm a vida abalada por ter sua intimidade exposta online sem autorização. Diante dessa situação, o Facebook criou um plano que pode causar alguma polêmica, mas com o intuito de proteger possíveis vítimas: pedir que elas compartilhem suas fotos íntimas antes que elas caiam na rede.

A ideia é simples e gira em torno da prevenção e contenção de danos. Se alguém tiver o temor de que suas imagens podem ser publicadas sem sua autorização, as fotos podem ser enviadas para o Facebook, que usará seus algoritmos para identificar quando as imagens forem compartilhadas, de modo a barrar que o conteúdo se espalhe no Facebook, no Messenger e no Instagram.

Veja como o Facebook descreve o processo:

  • Qualquer um que tema que uma imagem íntima sua possa ser compartilhada online pode contatar um de nossos parceiros para que eles enviem um formulário;
  • Após preencher o formulário, a vítima recebe um email com um link seguro e temporário, que só pode ser usado uma vez;
  • A vítima pode usar o link para enviar as imagens que ela teme que serão compartilhadas;
  • Um ou mais membros com treinamento específico da nossa Equipe de Operações de Segurança da Comunidade irá analisar o relatório e criar uma “impressão digital”, ou hash, que permite identificar futuros uploads das imagens sem precisar armazenar cópias nos nossos servidores;
  • Assim que criarmos essas hashes, notificaremos a vítima e deletaremos a imagem dos nossos servidores, em no máximo uma semana;
  • Armazenamos as hashes, então sempre que alguém tentar fazer o upload de uma imagem com aquela “impressão digital”, nós podemos evitar que elas apareçam no Facebook, Instagram ou Messenger.

Uma hash, caso não tenha ficado claro, é um código, formato por letras, números e símbolos. A imagem será transformada nesse código, de modo que é difícil para um humano decifrar seu conteúdo, o que impediria que, por exemplo, um possível funcionário desrespeitoso pudesse acessar a imagem nos bancos de dados do Facebook. Quando alguém tentar fazer o upload de uma dessas imagens, a empresa fará a checagem com as hashes armazenadas, identificando se o conteúdo é proibido ou não. O processo é similar a senhas: qualquer sistema minimamente seguro converte sua senha em hashes para armazená-las em bancos de dados. Quando você digita sua senha num site, ela é comparada a esse código armazenado para garantir que você é realmente você.

Um dos problemas desse projeto do Facebook, no entanto, é que ele não é capaz de abranger o WhatsApp, que é um dos canais onde esse tipo de conteúdo mais se prolifera. O motivo para isso é que, como o aplicativo usa criptografia de ponta-a-ponta, não é possível analisar o conteúdo das mensagens, de modo que não é possível monitorar as imagens que são compartilhadas pelo app.

O programa ainda está em fase de testes e está disponível, por enquanto, apenas na Austrália, Canadá, Reino Unido e Estados Unidos.

Fonte:: Olhar Digital - GUSTAVO GUSMÃO

facebook 80161

O Facebook recrutou a Qualcomm para o seu Terragraph Project, segundo informações do The Verge e da PC World. A iniciativa da empresa de Mark Zuckerberg visa criar uma solução de conexão à internet sem fio que alcance velocidades altas, na casa dos gigabits, e seja ao mesmo tempo eficiente e confiável.

O projeto foi anunciado durante a F8, conferência anual do Facebook para desenvolvedores, ainda em 2016. A ideia é criar uma substituta para as conexões cabeadas usadas hoje, criando um sistema que emite um sinal de internet a uma frequência de 60 GHz. A tecnologia, baseada no padrão 802.11ay — sucessora do 802.11ad —, deverá ser usada em chipsets da Qualcomm e oferecer velocidades de transmissão de 20 a 40 Gbps, mas a distâncias curtas.

Essa questão da distância, inclusive, será um dos desafios que o Facebook precisará transpor. Pelos documentos da IEEE, organização responsável por esses padrões, o 802.11ay alcança pelo menos 10 metros em ambientes internos e 100 metros em ambientes externos — o que indica a necessidade de uma série de pontos e antenas instalados em uma cidade, formando uma rede mesh, para levar o sinal a todos os pontos.

Conforme explicou à PC World o gerente de marketing da Qualcomm Jesse Burke, os nodes deverão ser instalados em postes de luz ou mesmo no telhado e nas laterais de prédios. As pessoas que quiserem aproveitar a tecnologia, aliás, também precisarão de um dispositivo compatível com o padrão.

O plano do Facebook e da Qualcomm é começar os testes da tecnologia no meio de 2019. As empresas não mencionaram cidades, mas a rede social já havia realizado experimentos com internet sem fio, ainda em 2016, em San Jose, na Califórnia (EUA).

Fonte:: PC World / EUA

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O plano do Facebook para conectar bairros e empresas de maneira wireless (sem cabos), conhecido como Terragraph, iniciará os testes de campo em 2019 usando uma tecnologia de 60GHz da Qualcomm, segundo anunciaram as duas companhias nesta segunda-feira, 21/5.

Para quem não lembra, a rede social começou a falar sobre o Terragraph em 2016, como parte de um esforço para substituir a banda larga por fibra com uma onda wireless de 60GHz. A tecnologia não substituiria o Wi-Fi, mas foi criada para oferecer uma alternativa aos cabos e à fibra óptica nas casas e empresas, acabando assim com a necessidade de buracos e obras em ruas e calçadas.

Agora nós temos uma data: 2019, a primeira vez em que a tecnologia será testada, de acordo com o gerente de marketing da Qualcomm, Jesse Burke. A implementação mesmo acontecerá depois, de acordo com o executivo.

O Terragraph deve iniciar seus testes de campo usando uma tecnologia chamada 802.11ay, a sucessora da 802.11ad, que chegou ao mercado por volta de 2016. Apesar de a 802.11ay poder ser usada dentro de casa, ela é normalmente considerada uma tecnologia wireless de transferência, fornecendo a conexão de “quilômetro final” diretamente para a sua casa.

Segundo Burke, a tecnologia 802.11ay de 60GHz forneceria banda larga com “dois dígitos” de gigabits na sua porta. (Fontes com as quais a Network World conversou citaram a faixa mais provável como entre 20Gbps e 30Gbps.) Você precisaria de algum tipo de roteador que pudesse receber esse sinal 802.11ay, da mesma maneira como precisa de uma entrada para conectar um DSL ou cabo.

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O problema, se é que existe um, é que o sinal 802.11ay viaja distâncias curtas, entre 10 e 30 metros. Isso significa que muitas “small cells” precisariam ser instaladas pelo bairro, muito provavelmente dentro de uma rede mesh em que cada small cell possa falar uma com a outra, aponta Burke.

Elas também exigem uma linha de visão. Nos modelos teóricos que as duas companhias construíram, explica Burke, essas células ficariam em postes de luz, ou nos tetos ou laterais dos prédios.

Apesar do executivo da Qualcomm não poder falar sobre os planos específicos do Facebook, ele disse que os testes teriam como foco uma ou mais quadras de uma cidade. No último mês de fevereiro, o Facebook afirmou que estavam programados dois testes de campo com a tecnologia: em Budapeste, na Hungria, e em Kuala Lumpur, na Malásia. Um porta-voz da rede social se recusou a comentar mais sobre os testes.

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O que isso significa para você

Substituir a infraestrutura cabeada existente com um grande impulso wireless é algo que já foi tentado antes. Você pode se lembrar dos planos grandiosos da Intel com o WiMAX, que realizou algumas implementações no Reino Unido antes de sumir. Apesar de existirem algumas implementações wireless ocasionais (como o Webpass na Bay Area, na Califórnia), geralmente cabo e DSL dominam o balanço. E, é claro, que existe uma grande exceção: o “bom e velho” 4G, que não foi retido tanto por taxas de transferência mas por limites de largura de banda. É bem possível que o Terragraph acabe se tornando irrelevante por causa da tecnologia 5G.