16 Janeiro 2019
Fonte:: Olhar Digital - GUSTAVO GUSMÃO

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O Facebook recrutou a Qualcomm para o seu Terragraph Project, segundo informações do The Verge e da PC World. A iniciativa da empresa de Mark Zuckerberg visa criar uma solução de conexão à internet sem fio que alcance velocidades altas, na casa dos gigabits, e seja ao mesmo tempo eficiente e confiável.

O projeto foi anunciado durante a F8, conferência anual do Facebook para desenvolvedores, ainda em 2016. A ideia é criar uma substituta para as conexões cabeadas usadas hoje, criando um sistema que emite um sinal de internet a uma frequência de 60 GHz. A tecnologia, baseada no padrão 802.11ay — sucessora do 802.11ad —, deverá ser usada em chipsets da Qualcomm e oferecer velocidades de transmissão de 20 a 40 Gbps, mas a distâncias curtas.

Essa questão da distância, inclusive, será um dos desafios que o Facebook precisará transpor. Pelos documentos da IEEE, organização responsável por esses padrões, o 802.11ay alcança pelo menos 10 metros em ambientes internos e 100 metros em ambientes externos — o que indica a necessidade de uma série de pontos e antenas instalados em uma cidade, formando uma rede mesh, para levar o sinal a todos os pontos.

Conforme explicou à PC World o gerente de marketing da Qualcomm Jesse Burke, os nodes deverão ser instalados em postes de luz ou mesmo no telhado e nas laterais de prédios. As pessoas que quiserem aproveitar a tecnologia, aliás, também precisarão de um dispositivo compatível com o padrão.

O plano do Facebook e da Qualcomm é começar os testes da tecnologia no meio de 2019. As empresas não mencionaram cidades, mas a rede social já havia realizado experimentos com internet sem fio, ainda em 2016, em San Jose, na Califórnia (EUA).

Fonte:: PC World / EUA

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O plano do Facebook para conectar bairros e empresas de maneira wireless (sem cabos), conhecido como Terragraph, iniciará os testes de campo em 2019 usando uma tecnologia de 60GHz da Qualcomm, segundo anunciaram as duas companhias nesta segunda-feira, 21/5.

Para quem não lembra, a rede social começou a falar sobre o Terragraph em 2016, como parte de um esforço para substituir a banda larga por fibra com uma onda wireless de 60GHz. A tecnologia não substituiria o Wi-Fi, mas foi criada para oferecer uma alternativa aos cabos e à fibra óptica nas casas e empresas, acabando assim com a necessidade de buracos e obras em ruas e calçadas.

Agora nós temos uma data: 2019, a primeira vez em que a tecnologia será testada, de acordo com o gerente de marketing da Qualcomm, Jesse Burke. A implementação mesmo acontecerá depois, de acordo com o executivo.

O Terragraph deve iniciar seus testes de campo usando uma tecnologia chamada 802.11ay, a sucessora da 802.11ad, que chegou ao mercado por volta de 2016. Apesar de a 802.11ay poder ser usada dentro de casa, ela é normalmente considerada uma tecnologia wireless de transferência, fornecendo a conexão de “quilômetro final” diretamente para a sua casa.

Segundo Burke, a tecnologia 802.11ay de 60GHz forneceria banda larga com “dois dígitos” de gigabits na sua porta. (Fontes com as quais a Network World conversou citaram a faixa mais provável como entre 20Gbps e 30Gbps.) Você precisaria de algum tipo de roteador que pudesse receber esse sinal 802.11ay, da mesma maneira como precisa de uma entrada para conectar um DSL ou cabo.

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O problema, se é que existe um, é que o sinal 802.11ay viaja distâncias curtas, entre 10 e 30 metros. Isso significa que muitas “small cells” precisariam ser instaladas pelo bairro, muito provavelmente dentro de uma rede mesh em que cada small cell possa falar uma com a outra, aponta Burke.

Elas também exigem uma linha de visão. Nos modelos teóricos que as duas companhias construíram, explica Burke, essas células ficariam em postes de luz, ou nos tetos ou laterais dos prédios.

Apesar do executivo da Qualcomm não poder falar sobre os planos específicos do Facebook, ele disse que os testes teriam como foco uma ou mais quadras de uma cidade. No último mês de fevereiro, o Facebook afirmou que estavam programados dois testes de campo com a tecnologia: em Budapeste, na Hungria, e em Kuala Lumpur, na Malásia. Um porta-voz da rede social se recusou a comentar mais sobre os testes.

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O que isso significa para você

Substituir a infraestrutura cabeada existente com um grande impulso wireless é algo que já foi tentado antes. Você pode se lembrar dos planos grandiosos da Intel com o WiMAX, que realizou algumas implementações no Reino Unido antes de sumir. Apesar de existirem algumas implementações wireless ocasionais (como o Webpass na Bay Area, na Califórnia), geralmente cabo e DSL dominam o balanço. E, é claro, que existe uma grande exceção: o “bom e velho” 4G, que não foi retido tanto por taxas de transferência mas por limites de largura de banda. É bem possível que o Terragraph acabe se tornando irrelevante por causa da tecnologia 5G.

Fonte:: Olhar Digital - RENATO SANTINO

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O Chrome vai mudar a forma como lida com sites HTTPS, que utilizam uma nova versão criptografada do já antigo HTTP. Desde fevereiro, o navegador alerta usuários exibe um aviso de “Seguro” quando seus usuários acessam sites que usam esse novo protocolo, e “Não-seguro” quando a tecnologia não está em uso. Isso será diferente a partir de julho.

Em julho deste ano, o Chrome começará a marcar todos os sites que utilizam o HTTP convencional como “Não-seguro” em cinza. No entanto, se a página tiver alguma caixa para inserção de dados (como um campo para você digitar seu nome ou número de cartão de crédito, por exemplo), o aviso na barra de endereços estará em vermelho, para indicar que não há proteção aos dados transmitidos por esta página.

Em setembro começa uma nova etapa da transição. Como a tendência é que cada vez mais sites abracem o HTTPS, torna-se redundante dar tanto destaque ao aviso de “Seguro” às páginas que utilizam a tecnologia. Assim, o Chrome apenas passará a exibir um cadeado cinza em vez de verde, e ocasionalmente sequer exibirá o cadeado, sem o aviso de “Seguro”.

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A medida pode causar alguma confusão, no entanto. Muitas pessoas com pouco conhecimento de tecnologia aprenderam que o cadeado verde é o símbolo máximo de que a página está segura, que é uma forma simples de ensinar a um público leigo as orientações básicas de segurança na internet.

Fonte:: Olhar Digital - ALVARO SCOLA

A troca de um disco rígido (HD) por um SSD tende a ser uma ótima medida para deixar os PC mais rápidos, mas formatar o Windows pode ser um pesadelo para alguns. Felizmente, é possível transferir o seu sistema para o disco novo sem ter que se preocupar em perder seus arquivos e programas. Outra possibilidade é migrar apenas o que é essencial, poupando espaço na nova unidade.

Seja qual for o seu interesse, é preciso ter em mente que qualquer procedimento de sistema envolve risco. Ou seja, convém fazer um backup dos seus arquivos pessoais mais importantes para um terceiro disco ou para a nuvem para minimizar as chances de quaisquer prejuízos. Dito isto, confira neste tutorial do Olhar Digital como transferir o Windows de um HD para um SSD sem formatação.

Preparativos

Para começar o procedimento, o SSD já deve estar instalado na máquina. Não é necessário formatá-lo, já que este processo será feito automaticamente pelo programa que será utilizado. Além disso, convém ficar atento ao tamanho de armazenamento do disco sólido, já que estes costumam ser menores do que os HD e pode não ser suficiente para migrar apenas os dados do sistema e não os arquivos pessoais.

Fazendo a migração

Realize o download do aplicativo MiniTool Partition Wizard;
Faça a sua instalação, mas tome cuidado com os aplicativos extras que são oferecidos. Eles não são necessários para os procedimentos que vamos realizar, portanto, desmarque qualquer opção extra que apareça;

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Caso não tenha feito uma desfragmentação de disco recentemente, é uma boa ideia fazê-la antes de transferir a sua instalação atual para o SSD. Para isso, você pode usar o próprio desfragmentador de discos do Windows. Lembre-se que não é recomendado desfragmentar um SSD, assim este passo deve ser feito antes de realizar a migração;

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Ao abrir o aplicativo, clique em “MiniTool Partition Wizard Free”;

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Em sua tela principal, procure pela opção “Migrate OS to SSD/HD”;

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Na nova janela, há duas opções: a primeira, permite migrar o sistema junto com os arquivos e programas. Já a segunda, migra apenas os componentes essenciais do Windows. Por via das dúvidas, recomendamos a segunda opção. No entanto, se você tiver certeza que há espaço suficiente no SSD, sinta-se à vontade para escolher a primeira;

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Selecione agora o SSD, e clique em “Next”;

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Uma mensagem lhe alertará que você perderá todo o conteúdo do disco selecionado. Clique em “Yes”;

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Nesta tela, selecione a primeira opção. Ela fará com que o sistema caiba no SSD. Se for de sua preferência, é possível criar partições personalizadas nas opções de baixo. Clique em “Next”;

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Na nova janela, clique em “Finish” e você estará de volta a tela principal do programa. Por fim, utilize a opção “Apply”.

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Caso a sua barra de progresso fique parada por muito tempo e o MiniTool Partition Wizard não apresente progresso durante um dos passos, pode ser necessário desabilitar o antivírus enquanto a tarefa é realizada.

Neste momento todos os arquivos essenciais do Windows já estão armazenados no SSD. Para que a inicialização da sua máquina seja feita por ele, entretanto, é necessário fazer uma configuração na BIOS do seu computador, geralmente acessada pela tecla F2 ou Del durante a inicialização do sistema. A opção em que você fará a alteração fica na guia Boot, mas o nome pode aparecer diferente por conta de sua fabricante.

Últimas configurações

Como fizemos uma migração ao invés de uma instalação limpa no SSD, é importante ativar a opção TRIM, que ajuda a gerenciar o espaço em disco. Siga estes passos:

Procure por “CMD” no menu iniciar, e com o botão direito do mouse selecione a opção “Executar como administrador”;

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Use o seguinte comando: “fsutil behavior query DisableDeleteNotify”;

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Se o resultado for “0”, você pode pular este passo, caso contrário, use este comando: “fsutil behavior set DisableNotify 0”.

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Agora, só resta se certificar que o SSD não está configurado para ser desfragmentado automaticamente, já que como mencionamos anteriormente, esta não é uma tarefa aconselhável para ele. Veja como prosseguir:

No menu iniciar, procure por “dfrgui”;

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Ao abri-lo, clique em “Alterar configurações”;

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Na nova janela, vá em “Escolher”;

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Desmarque o SSD na lista, e clique em “OK > OK > Fechar”.

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Fonte:: UOL - Rodrigo Lara

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A Wi-Fi Alliance, entidade que é responsável por determinar padrões de tecnologia wi-fi, deu um passo nesta segunda-feira (14) que deve facilitar a criação de redes sem fio mais rápidas em casa.

Trata-se do lançamento do EasyMesh, novo padrão de conexão para redes domésticas do tipo malha (mesh, em inglês).

Esse tipo de rede é usado normalmente por empresas e cria nós de transmissão do sinal, uma tecnologia mais avançada do que os roteadores e repetidores que usamos em casanormalmente. O problema é que para ter essa rede mais profissa, era necessário que todos os aparelhos fossem da mesma marca, o que encarecia o sistema. A novidade é que agora será possível que aparelhos de empresas diferentes conversem entre si nesta rede do tipo malha.

Como funciona

A rede mesh é uma solução ainda nova no Brasil, sendo usado mais por empresas do que em residências, mas cada vez mais comum em mercados como o norte-americano.

Os roteadores do tipo malha são aparelhos mais "inteligentes" do que os roteadores comuns. Ao serem espalhados por uma casa, por exemplo, eles são capazes de espalhar o sinal de internet sem perda de velocidade --ao contrário do que ocorre com extensores de sinal tradicionais-- criando uma rede única para todos os dispositivos conectados.

Um dos segredos para esse tipo de rede manter a velocidade de conexão é o fato de que os roteadores sempre conectam os dispositivos no ponto de acesso mais rápido e no canal menos congestionado.

Daí a necessidade de adotar um padrão único entre fabricantes, já que se trata de uma comunicação complexa. A instalação independe de fios de rede e um conjunto de três roteadores do tipo chega a cobrir uma área de mais de 400 metros quadrados.

Um fator que complica usar rede mesh em casa é o preço. Por exemplo, a TP-Link vende o produto Deco M5, que custa no Brasil RS 1.599, em um conjunto com três roteadores. Nos EUA, sai mais barato, mas ainda caro: um único aparelho Google Wi-Fi custa US$ 119 (RS 456,96).

Apesar de promissor, nenhuma fabricante de roteadores se comprometeu a utilizar o novo padrão EasyMesh.

Ainda assim, o vice-presidente de marketing da Wi-Fi Alliance, Kevin Robinson, afirmou que a criação de um padrão permitirá que as empresas se concentrem em outros tipos de inovação.

"Isso abre a possibilidade de utilizar equipamentos novos juntamente com aparelhos que você já tem", diz.

Fonte:: G1 - Altieres Rohr

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Segundo um pesquisador de segurança, cinco mil roteadores da marca Datacom possivelmente em uso por clientes da operadora Oi estão vulneráveis a acesso remoto por meio do protocolo "Telnet", pois esses equipamentos, de fábrica, aparentemente não possuem uma senha configurada nesse tipo de acesso. Os equipamentos são fornecidos a clientes para permitir o acesso à internet.

Com acesso à configuração do roteador, um hacker poderia fazer alterações para redirecionar os clientes a páginas falsas, entre outros ataques. De acordo com o pesquisador Ankit Anubhav, que enviou os dados da sua pesquisa ao site de segurança "Bleeping Computer", os equipamentos vulneráveis eram três modelos da Datacom: DM991CR, DM706CR e DM991CS. Para resolver o problema, é preciso filtrar ou modificar a configuração do telnet nesses roteadores.

Procurada, a Oi informou que está analisando o fato para tomar as medidas cabíveis.

O manual do DM991CR, consultado pelo blog Segurança Digital, confirma que o aparelho possui acesso telnet e que ele não tem senha por padrão. Não está claro se o telnet vem habilitado de fábrica, mas uma linha no manual afirma que o acesso telnet é possível "se não for a primeira vez que o equipamento estiver sendo ligado e o endereço IP de uma das interfaces Ethernet já estiver configurado corretamente" -- ou seja, não parece ser necessário habilitar o telnet antes de utilizá-lo.

A Datacom, fabricante dos equipamentos, afirmou, por telefone, que "possui contratos de confidencialidade e não pode se posicionar sobre as redes de clientes". Quando foi explicado que a dúvida não era sobre as redes de clientes e sim sobre a configuração de fábrica do produto, a representante da companhia reafirmou que "esse é o posicionamento da empresa".

Telnet
O Telnet é um antigo procolo de comunicação, amplamente utilizado em terminais e conhecido para seu uso em administração remota de equipamentos de rede e até computadores.

Seu uso na maioria das aplicações é considerado obsoleto, pois é preferível que seja utilizado o muito mais seguro Secure Shell (SSH). Diferentemente do Telnet, o SSH prevê a criptografia do tráfego, o que aumenta a confiabilidade e a confidencialidade da conexão.

Os equipamentos da Datacom também são compatíveis com SSH, mas muitos equipamentos da "internet das coisas" possuem apenas Telnet.