16 Janeiro 2019
Fonte:: Olhar Digital -RENATO SANTINO

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A atualização de abril do Windows 10 deveria trazer uma nova leva de recursos para o sistema operacional, mas trouxe consigo uma leva de problemas. A situação é especialmente grave com computadores que usam alguns modelos de SSDs Intel, que chegaram a ter o update bloqueado.

O bloqueio acontece com as famílias Intel SSD 600p e Intel SSD Pro 6000p. O motivo é simples: máquinas com essas unidades de armazenamento se tornaram incapazes de ligar, travando ainda na fase de inicialização do sistema.

O problema não tem solução conhecida até o momento. Para o computador voltar a funcionar como deveria, é necessário pressionar o botão F8 na fase de ligamento da máquina e reverter a atualização para uma versão anterior. Para evitar maiores transtornos, a Microsoft está impedindo essas máquinas de serem atualizadas enquanto uma correção definitiva não aparece.

Como nota o site Ars Technica, a questão é restrita ao firmware da Intel no SSD, e outros dispositivos usando os mesmos controladores, mas com firmwares diferentes, não apresentam problemas.

O lançamento da atualização de abril do Windows 10 tem sido particularmente conturbado, chegando ao ponto de ser atrasado em decorrência de um bug que causava a “tela azul da morte”, descoberto nos últimos instantes antes da liberação. De lá para cá, uma série de problemas têm sido relatados, como uma “tela preta da morte” e incompatibilidade com o Chrome, o navegador mais popular do mundo, que apresentava travamentos frequentes.

Fonte:: IDGNOW!

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A Microsoft deu todos os tipos de razões aos consumidores para mostrar que o ritmo mais rápido de atualizações do Windows 10 é uma ótima ideia, desde manter-se atualizado com as mudanças tecnológicas até ficar à frente dos hackers ao melhorar constantemente a segurança.

O que nunca é falado é quanto esses lançamentos mais rápidos custam aos usuários.

Em um relatório recente, a Gartner colocou números na mesa e concluiu que os updates de recursos bianuais da Microsoft eram um peso maior para as empresas do que o tempo padrão de upgrade, que variava entre seis e oito anos, até a chegada do Windows 10 em 2015.

O documento descreve uma ferramenta oferecida pela consultoria aos clientes, a "Windows 10 Feature Update Cost Model”, que permite que as empresas estimem os custos para aplicar entre um e dois updates desse tipo ao ano. O objetivo: “esboçar e planejar as suas necessidades de custos e mão de obra” para essas transições.

“As organizações precisam avançar de comandar projetos poucos frequentes com a atualização do Windows a cada seis ou oito anos para ter um processo contínuo de qualificar e impulsionar os updates a cada seis ou 12 meses”, afirma a Gartner no relatório. “Isso resulta em um padrão diferente para pessoal e orçamento. Tarefas que costumavam ser feitas em um projeto financiado de forma separada – possivelmente com a ajuda de um provedor de serviços – se transformam em uma tarefa que precisa ser feita continuamente, provavelmente pela equipe de TI existente.”

A Gartner afirma que esse modelo prova que o Windows 10 é menos caro para fazer o upgrade ao longo de um período de seis anos em comparação com o grande upgrade “das antigas”, desde que as empresas se limitem a atualizar o Windows 10 uma vez ao ano. Mas participe da “festa de atualizações” da Microsoft duas vezes ao ano e os custos vão superar a abordagem tradicional.

“As organizações que implementarem duas atualizações ao ano terão custos significativamente maiores do que tinham quando faziam um upgrade a cada seis anos”, afirma a Gartner. Segundo a consultoria, os custos dobram nesses casos.

A Gartner mostrou o resultado das estimativas ao demonstrar aos clientes um passo a passo sobre uma empresa fictícia de 2.500 funcionários. Em um exemplo, a maior parte dos PCs não eram gerenciados de forma rigorosa, o que significa que os profissionais podiam instalar aplicativos e mudar as configurações como quisessem. No outro, a empresa tinha um ambiente “locked and automated” (algo como “travado e automatizado”), muito mais controlados. Em ambos os casos, a Gartner colocou os custos para uma e para duas atualizações ao ano. Esses valores então foram comparados ao custo atual de fazer um upgrade a cada seis anos.

No cenário base, cada PC não gerenciado custaria 445 dólares para receber um upgrade, com a maioria do valor sendo de custos diretos ao departamento de TI. Um PC gerenciado de perto pela empresa, por outro lado, custaria apenas 256 dólares para receber o mesmo upgrade principal - a cada seis anos.

Implementar um upgrade de recursos do Windows 10 por ano geraria custos totais próximos dos registrados no upgrade feito a cada seis anos, conforme a Gartner. Em um cenário sem gerenciamento das máquinas, o upgrade de cada PC custaria 77 dólares ao ano – ou 462 dólares em seis anos (seis upgrades), representando um aumento de 4% em relação ao valor base. Já os PCs gerenciados de perto teriam um custo de 43 dólares por upgrade, ou 258 dólares no total, representando um aumento de apenas 1% em relação ao custo do upgrade a cada seis anos. 

Mas ampliar a frequência dos upgrades de uma para duas vezes ao ano joga os custos lá para cima. Cada PC não gerenciado teria um custo de 66 dólares por upgrade, ou 792 dólares ao longo de seis anos (12 upgrades), um aumento de 78% em relação ao método tradicional de um upgrade a cada seis anos. Já nos PCs gerenciados, por outro lado, cada upgrade custa 42 dólares, ou 504 dólares no total, um aumento de 97%.

Ao limitar o suporte de cada upgrade a 18 meses, a Microsoft torna muito difícil (se não impossível) que a maioria das empresas pulem os upgrades alternativos e assim implementem apenas uma atualização principal por ano. O Gartner, na verdade, chegou a fazer uma campanha para um suporte maior, de 24 meses, digamos, que permitiria que mais clients pudessem realizer apenas um upgrade ao ano. Esse lobby teve origem no feedback que recebeu dos seus clientes, de acordo com a consultoria.

“A Microsoft gostaria que as empresas implementassem todos os updates, mas as organizações tem sido desafiadas a implementar updates a cada seis meses, e muitas esperam fazer apenas uma atualização por ano”, afirma a Gartner no relatório em questão.

Adotar um upgrade único do Windows 10 por ano será possível em 2018 e 2019, uma vez que a Microsoft adicionou temporariamente seis meses extras às versões 1703 e 1709 do Windows 10, para um suporte total de 24 meses. Mas com a versão 1803, lançada em 30 de abril, o suporte de 18 meses já retornou; essa build será aposentada em novembro de 2019.

Fonte:: IDGNOW!

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Na semana passada, a Microsoft liberou o Windows 10 April Update e, desde então, a empresa passou a receber reações negativas dos usuários em relação a alguns problemas com o microfone dos aparelhos e de casos de tela preta.

Porém, conforme relata o MSPowerUser, uma outra questão está incomodando os usuários que atualizaram os seus computadores. A Microsoft parece ter removido a opção “Desligar” do seu sistema caso o usuário tenha atualizações pendentes.

Antes, a companhia oferecia as opções “Atualizar e desligar” e “Atualizar e reiniciar”, junto com as opções “Desligar”, “Reiniciar” e “Descansar”. Dessa forma, o usuário escolhia quando ele iria baixar as atualizações que já estavam disponíveis.

Agora, com o fim do botão de desligar, os usuários estão sendo forçados a instalarem as atualizações, mesmo quando não desejam, para conseguir desligar o PC.

Fonte:: IDGNOW! - Jonathan Weech*

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Onde quer que você esteja agora, dá para dizer que algo próximo está sendo construído. O que exatamente, deve variar muito – de prédios a estações de metrô. Mas as construções realmente seguras terão sido feitas de acordo com os padrões da indústria de construção civil. Ignorar esses códigos não seria apenas ruim, mas também um risco.

Se falamos sobre um edifício, sobre atravessarmos a rua ou sobre nos aposentarmos, são as nossas decisões diárias de evitar riscos que podem determinar o nosso índice de sucesso. Em casa e no trabalho, muito do que fazemos hoje acontece em um computador. Todo computador contém muitas peças móveis, como um disco rígido ou uma unidade de estado sólido (SSD), onde todas as informações são armazenadas - planilhas, e-mails, fotos, jogos, filmes e muito mais. Portanto, nada pode ser pior do que a sua unidade de armazenamento morrer. Escolher a melhor tecnologia para armazenar seus arquivos e dados - em discos rígidos tradicionais ou nos SSDs mais recentes - é uma dessas decisões que podem te ajudar a evitar o risco de perdas significativas.

Como discos rígidos funcionam - Se você tiver muitos terabytes de dados e o dinheiro estiver curto, os discos rígidos (HDDs) podem ser uma opção decente. Antigamente os discos rígidos eram considerados tecnologia de ponta. Em um espaço nanométrico, eles usam minúsculos braços móveis para ler e gravar dados magneticamente em discos girando a 7.200 RPM. No entanto, essas partes móveis complexas também são o motivo pelo qual há mais risco de falha.

Como SSDs funcionam - Ao contrário dos discos rígidos, os SSDs não usam partes móveis mecânicas para ler ou gravar dados. Em vez disso, eles utilizam a tecnologia de memória flash, que usa elétrons para ler, gravar e armazenar dados. Como resultado, eles são mais rápidos, mais resistentes e mais propensos a durar mais tempo. A ausência de partes móveis significa menos atrito, menor consumo de energia e uma tecnologia mais inteligente, que prolonga a vida útil da unidade - e de todas as fotos, vídeos e arquivos nela contidos.

Resistência

Uma das formas de medir a resistência da unidade de armazenamento é a quantidade de choque em forças gravitacionais (Gs) que ela pode sofrer e ainda funcionar. "Choque" é basicamente a aceleração ou desaceleração de um objeto, e é maior quando isso acontece muito rapidamente, como numa queda, colisão ou impacto.

Vamos contextualizar. Quando seu tio bate nas suas costas, você está experimentando cerca de 4,1 Gs de choque. Chutar uma bola de futebol renderá aproximadamente 300 Gs. Um disco rígido tradicional quando "estacionado" (completamente desligado) é classificado para sobreviver até 250 Gs de choque em mais de 2 milissegundos. Em uso, no entanto, os discos rígidos são classificados para suportar somente 30 Gs de choque ao salvar informações e 60 Gs ao recuperar informações.

E por que considerar o choque é importante para o seu disco rígido ou SSD?

Como os discos rígidos funcionam usando braços de gravação, que ficam a poucos nanômetros acima dos discos giratórios, há menos espaço para erros, caso a unidade sofra um choque - talvez ao ser derrubada ou atingida. Se o braço de um disco rígido for batido e se mover por apenas alguns nanômetros, ele poderá arranhar o disco e arruina-lo para sempre. É por isso que o fato de os SSDs não usarem partes móveis é importante - há menos risco de algo dar errado.

A transição de HDDS para SSDs já está acontecendo. A tendência é que, em alguns anos, os computadores já saiam das fábricas com a nova tecnologia, e que os discos mecânicos fiquem no passado.

Fonte:: IDGNOW!

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Com o tempo, é bastante normal que o seu PC Windows acabe com uma pilha de arquivos redundantes, muitos dos quais costumam ser duplicados. Isso pode acontecer por baixar a mesma coisa duas vezes, ter cópias diversas de documentos em pastas diferentes, ou muitas outras razões.

Livrar-se desses documentos todos pode parecer uma tarefa pesada e demorada, mas com o software correto é possível realizá-la em poucos minutos. Vamos mostrar abaixo o modo rápido para limpar o seu HD dos arquivos duplicados.

O CCleaner é uma ótima ferramenta para manter o Windows em boa forma. A versão Pro, que custa 25 dólares, conta com recursos avançados como recuperação de arquivos, limpeza automática do histórico do navegador e remoção de arquivos inúteis. Mas felizmente também há uma versão gratuita que permite que você se livre dos arquivos duplicados sem gastar um centavo.

(O CCleaner também oferece um trial do Pro que você pode usar para conhecer o pacote pago, mas usaremos a versão gratuita para essa reportagem. )

Após baixar o app no site da desenvolvedora e finalizar a instalação, clique na Run CCleaner para iniciar os trabalhos. A interface do app traz algumas seções na coluna esquerda: are Cleaner, Registry, Tools, Options e Upgrade. Clique em Tools e depois selecione Duplicate Finder.

No painel principal, você verá diversas opções que te permitem refinar a busca por arquivos duplicados. Elas lhe dão a opção de buscas por nome, data, tamanho ou conteúdo – todas abordagens úteis.

A seção central é onde as exceções são definidas. Certifique-se de que os System Files e Hidden Files sejam marcados, uma vez que não vai querer apagar nenhum dado importante necessário para o funcionamento correto do Windows. Essas seções geralmente já estão marcadas, mas não custa conferir.

A última seção te dá a opção para definir em quais drives o CCleaner realizará as buscas por arquivos duplicados. É claro que você vai querer garantir que nenhum drive de backup seja incluso nessas pesquisas, uma vez que serão cópias por definição.

Como sempre, é altamente recomendado realizar um backup completo antes de iniciar qualquer processo que apague os seus dados.

Depois de fazer isso tudo, basta clicar no botão Search na parte inferior da tela.

O app agora irá escanear o seu HD e mostrará todos os arquivos múltiplos que descobrir. Por razões de segurança, os arquivos não virão marcados. Por isso, você terá de passar manualmente pela lista e selecionar aqueles que deseja remover.

Após marcar todos os documentos duplicados que quer apagar, clique no botão Delete Selected e o CCleaner irá iniciar o processo de eliminar esses arquivos.

E é isso. Você agora liberou um pouco de espaço e reduziu a confusão no seu PC.

Fonte:: IDGNOW!

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Após finalmente liberar o April 2018 Update para Windows 10 em 30 de abril, a Microsoft está acelerando o passo da próxima versão do sistema, a Redstone 5, que deve chegar por volta do terceiro trimestre.

Entre as novas melhorias, destaque para alguns upgrades chave: uma versão do clipboard que pode copiar e colar conteúdos entre PCs, temas escuros, melhorias no Sets e no Notepad, e mais.

A empresa de Redmond liberou esses novos recursos como parte da Build 17666 Insider Preview, que está sendo disponibilizada para os usuários participantes do Fast Ring, do programa Windows 10 Insider. (As duas faixas diferentes do Insider, Fast e Skip Ahead, receberão a mesma versão.)

Cloud Clipboard

Agora, o Windows vai salvar textos e arquivos na nuvem, para que você possa copiar o conteúdo de um aparelho e colar em outro dispositivo (em que esteja logado).

Esse novo recurso de Clipboard, chamado informalmente de Cloud Clipboard, exige uma conta Microsoft, assim como a sua permissão para salvar os dados dentro da Microsoft. Também há um limite: você só poderá copiar e colar textos que tenham um tamanho de até 100K. Isso não é muito. Mas para uma URL ou trecho de texto, o Cloud Clipboard é até mais simples de usar do que o recurso Near Share, presente no April 2018 Update – apesar de também ser mais limitado.

No entanto, vale notar que a Microsoft vai armazenar um histórico das vezes em que você colou os conteúdos. Ao apertar Win+V, você verá o histórico da nova experiência do Clipboard, em que será possível marcar os itens colados com mais frequência. Vale notar que o histórico do Clipboard também cruza para outros PCs, caso escolha habilitar a ferramenta.

Sets e Edge

Uma das coisas sobre as quais a Microsoft falou durante a Build era uma potencial mudança no comportamento do recurso Sets, que agrupa aplicativos e arquivos por projeto. Atualmente, apertar Alt+Tab dentro do Sets vai pular de um app para outro. Mas dentro da interface com abas do Sets, todos os elementos – seja uma página web, aplicativo ou documento – possuem uma aba própria. Após navegar por um documento Word específico, e por um e-mail específico no Outlook, amontoar uma dúzia de abas no Edge embaixo de um único ícone parece um pouco estranho.

Caso concorde, você ficará feliz em saber que as abas individuais do Edge agora recebem o mesmo peso que um documento do Office, Mail, Outlook ou outros aplicativos. Em outras palavras, você poderá usar o comando Alt+Tab entre as abas do Edge. É algo opcional, por isso será possível ficar com o modo antigo caso seja a sua preferência.

novidades 5161fImagem: Microsoft

Com a nova build do Windows, o Sets também ganha algumas outras habilidades do Edge. As abas individuais do Sets agora podem ser silenciadas, como no navegador, e você pode escolher se quer que novas janelas sejam abertas no ambiente de abas do Set, ou no modelo tradicional de janelas.

O Fluent Design, novo conjunto de elementos de design da Microsoft, também faz uma aparição na ferramenta.

Previews de buscas mais inteligentes

Você pode ter percebido que a caixa de buscas da Cortana permite que você realize pesquisas por apps e por documentos. Com a nova build do sistema, você poderá buscar por um app, como o PowerPoint, e o Windows também te mostrará documentos relacionados do PowerPoint.

Notepad

Lembra dos aplausos que acompanharam o anúncio na Build de que o Notepad em breve vai incorporar quebras de linha do Linux? Os desenvolvedores podem comemorar uma vez, já que essas quebras de linha chegaram. Mas não apenas do Linux: as finalizações de linha do Mac também foram adicionadas.

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Vale lembrar ainda que o Notepad agora também permite pesquisas por meio do Bing. Tudo que você precisa fazer é destacar uma palavra ou frase, e clicar com o botão direito do mouse. Com o Sets, uma nova aba de busca será aberta.

Outras melhorias

Por fim, é importante destacar que a build 17666 também recebeu duas melhorias menores que merecem ser citadas. Uma delas é a habilidade de agrupar, e nomear, apps em uma pasta no menu Iniciar. E a outra atende a um pedido popular entre os usuários: um tema escuro para o File Explorer (foto abaixo).

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