18 Fevereiro 2019
Fonte:: IDGNOW!

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A Microsoft anunciou que o próximo grande update do Windows 10 será instalado em cerca de 30 minutos – ao contrário do Creators Update, lançado em 2017 e cuja instalação levava mais de uma hora.

Apesar de o tempo total de instalação não ter mudado significativamente, a Microsoft disse que a próxima versão do sistema (conhecida pelo codinome Redstone 4 e pelo nome ainda não oficial Spring Creators Update) fará mais por trás das cenas enquanto você estiver usando ativamente o PC.

Isso reduzirá o tempo geral de inatividade para cerca de meia hora, em oposição aos 82 minutos do Creators Update e aos 51 minutos do Fall Creators Update.

Mas não espere que o Windows 10 leve exatamente 30 minutos para baixar e instalar o update. A Microsoft está movendo duas tarefas específicas para segundo plano – preparar o seu conteúdo de usuário (arquivos e documentos) para migração, e criar um diretório temporário para o novo sistema. Ao designar baixa prioridade para os dois processos, eles não deverão afetar negativamente o desempenho do seu PC enquanto você trabalha.

O que isso significa para você

A Microsoft parece estar fazendo progresso em reduzir o tempo necessário para instalar upgrades importantes no seu PC, e isso é uma ótima notícia.

Antigamente, você podia sair para tomar um café enquanto o processo era realizado. Hoje, especialmente com o avanço dos SSDs, os PCs iniciam e prosseguem em questão de segundos.

Fonte:: GISMODO Brasil

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O Chrome OS se tornou tão bom que, quando se trata de notebooks acessíveis e de qualidade, ele é uma compra melhor do que um dispositvo Windows barato. Então a Microsoft precisa de um sistema operacional leve para competir. E ela realmente espera que o Windows 10 S seja esse sistema operacional.

O que é o Windows 10 S?

O Windows 10 S é o novo sistema operacional leve da Microsoft. Ele é pensado para ser uma opção mais barata e de processador menos intenso do que o Windows 10 Home ou o Pro, versões encontradas na maioria dos notebooks e desktops de hoje em dia.

O que o torna leve?

Ele tem muito menos programas de fundo rodando. De acordo com a Microsoft, um notebook com o Windows 10 S carrega um perfil de usuário (incluindo aplicativos e preferências) 15 segundos mais rápido que um notebook idêntico rodando o Windows 10 Pro.

Por que eu deveria me importar com ele?

Se você está estudando ou trabalha em uma escola, ele é muito importante, já que tornará mais fácil padronizar o uso de computadores em um campus (o grosso da apresentação de anúncio desta terça foi focado em professores e funcionários de TI em instituições de ensino). Se você não está envolvido com educação, o Windows 10 S provavelmente não será um bom negócio. Mas não saberemos com certeza até que comecemos a ver computadores com o Windows 10 S embutido. Se o hardware é bom e barato o bastante, ele pode ser um sistema operacional concorrente ao sistema operacional do Chrome, e pelo menos ele vai rodar todo o pacote Microsoft Office.

A Microsoft já não fez um sistema operacional leve antes?

Sim! O Windows 10 S não é a primeira tentativa da Microsoft de fazer um sistema operacional leve. Na CES de 2011, a empresa apresentou o Windows RT, uma variante do Windows 8 focada no mobile e pensada para cortar os custos mas manter os consumidores ligados ao Windows. Infelizmente, o RT era muito limitado em suas capacidades. O grande problema eram os programas. Você não conseguia usar aplicativos antigos ou qualquer coisa legal, a menos que tivessem sido atualizados na Windows Store. E a loja era ruim, frequentemente cobrando uma taxa por aplicativos que seriam gratuitos em um computador sem o RT. Ele também ocupava muito espaço dos notebooks, o que fazia você gastar mais com armazenamento ou sofrer com apenas 16GB de espaço em um HD de 32GB.

Depois que a Microsoft parou de atualizar o RT em 2012, ela focou seus esforços em um novo produto, o Windows 8.1 com Bing. Esse sistema operacional “leve” era mais repleto de funções do que o RT, mas ainda exigia que você pegasse aplicativos da Windows Store e era subsidiado pelo menos que estelar serviço de busca Bing. Isso significava que você tinha que ver anúncios em sua área de trabalho e, pior, tinha que usar o Bing frequentemente. O Windows 8.1 com Bing só podia ser instalado nos computadores pelos fabricantes. Infelizmente, os fabricantes originais aparentemente não estavam muito empolgados com ele.

O quão parecido o Windows 10 S é com outros sistemas operacionais leves da Microsoft?

O Windows 10 S parece tomar emprestadas algumas ideias de ambos seus antecessores leves de baixo custo. O que significa que os aplicativos só vêm da Windows Store (embora a Digital Trends tenha sugerido que uma atualização futura permitirá instalar qualquer aplicativo que você queira). Isso é uma pena, mas pelo menos a loja melhorou drasticamente desde 2014 — a última vez em que a Microsoft exigiu que a usássemos exclusivamente.

A empresa afirma que essa decisão tem a ver com segurança. Ao limitar a instalação de produtos apenas àqueles da Windows Store, é improvável que uma simples instalação de aplicativo possa infectar um computador com um vírus ou dramaticamente atrapalhar o sistema operacional. Isso é útil se a máquina com Windows 10 S estiver em uma sala de aula cheia de crianças que não sabem como navegar seguramente — e também uma das razões pelas quais a Microsoft elegeu a marca Windows 10 S como uma solução para educadores.

Para o resto de nós, ainda é uma frustração. Embora a Windows Store agora tenha aplicativos úteis como o Microsoft Office e o Adobe Photoshop Express, ela ainda não conta com vários outros aplicativos importantes, como o Chrome.

O que significa que, se você quiser navegar na internet em um dispositivo com Windows 10 S, precisará estar preparado para abraçar o Microsoft Edge.

Em que sistemas ele estará disponível?

Em uma série de notebooks acessíveis de grandes fabricantes, incluindo Dell, HP e Acer. O notebook mais barato vai começar em apenas US$ 189 (R$ 595 na cotação atual) nos Estados Unidos.

Quanto ele custa?

Não custa nada, já que só está disponível em dispositivos em que já vem pré-instalado ou por meio de fornecedores usados por revendedores tech para escolas.

Mas se você estiver usando um dispositivo Windows 10 S e estiver cansado de ficar preso à Windows Store, pode atualizar seu sistema para o Windows 10 Pro de graça, se for um estudante, e por US$ 49 (R$ 154) se não for.

Quando ele é lançado?

O Windows 10 S deverá ser lançado neste verão do hemisfério norte, que vai de 21 de junho a 23 de setembro.

Fonte:: IDGNOW!

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A Microsoft pode estar a caminho de virar passado no segmento de navegadores, segundo os dados mais recentes da empresa de análises Net Applications.

Levantamento publicado nesta quinta-feira, 1/3, pela companhia mostram que a participação do Internet Explorer foi de 13,5% em fevereiro. Para chegar a esse número, o browser registrou um aumento significativo de 1,7 ponto percentual em relação ao mês anterior.

Mas, mesmo com esse crescimento, o futuro não parece muito animador para a Microsoft quando o assunto são navegadores. Basta lembrar que em junho de 2015, pouco antes do lançamento do Windows 10 e do seu browser nativo, o Edge, o IE respondia por 54% dos navegadores pelo mundo – e quase 60% entre os donos de PCs Windows.

No mês passado, a fatia do IE entre todos os PCs Windows do mundo foi de 15,4%, o que significa que menos de uma a cada seis máquinas Windows usam o navegador para acessar a Internet.

Vale notar ainda que o IE está com o tempo contado. Já designado como um navegador legado no Windows 10, onde foi relegado pelas empresas a renderizar sites internos estagnados e web apps que não foram atualizados, o IE deixará de ser suportado pelo Windows 7 em janeiro de 2020, quando o sistema será oficialmente aposentado. Os usuários ainda poderão rodar o IE – e o Windows 7 – depois disso, mas farão isso por sua própria conta e risco, uma vez que nenhum dos dois, navegador e sistema, receberão novos updates de segurança.

Como o IE responde pela maior parte da participação combinada dos navegadores da Microsoft, e com a fraca presença do Edge entre os usuários do Windows 10, a Microsoft vem encarando uma queda dramática em sua participação no segmento.

No mês passado, o Edge registrou um recorde negativo entre as máquinas Windows 10 – com uma fatia de apenas 11,7%, o que representou uma queda de quase dois pontos percentuais em relação ao mês anterior.

Quando a Microsoft aposentar o Windows 7, e para efeitos práticos, o IE também, o Windows 10 deverá ter uma participação de 63,6% entre todos as versões do Windows no mercado, presumindo que o seu crescimento siga a mesma linha registrada no ano passado. Caso o Edge não consiga aumentar de forma significativa seu ritmo até lá – e tudo indica que não fará isso – então a participação ativa da Microsoft entre os navegadores será de apenas um dígito, talvez na casa dos 6%.

(Por “ativa”, a Computerworld quer dizer navegadores que ainda contam com suporte; certamente ainda teremos usuários rodando o IE após a aposentadoria do Windows 7, mesmo sem updates de segurança. E o IE no Windows 8.1 será uma contribuição quase inexistente para a fatia de usuários, uma vez que esse sistema deverá ter menos de 5% de mercado em janeiro de 2020.)

Para efeito de comparação, essa participação estimada de 6% do Edge em 2020 será apenas pouco mais da metade do Mozilla Firefox – outro navegador que já esteve, e agora novamente, em dificuldade.

Os resultados dos outros browsers em fevereiro foram variados. Apesar de ainda liderar com o folga, o Google Chrome perdeu 0,8 de ponto percentual no mês passado, fechando fevereiro com 60,6% de participação no mercado. Já o Firefox fechou o mês com 10,9%, enquanto que o Safari, da Apple, registrou 4,3%.

A Apple, assim como a Microsoft, viu o seu navegador principal perder espaço na sua própria plataforma. Em fevereiro, aproximadamente 44% de todos os Macs rodavam o Safari como o navegador principal, bem menos do que o 66% registrados pelo browser há menos de três anos. O Chrome provavelmente absorveu a maior parte desses “desertores”, como aconteceu com o Windows e o IE no mesmo período.

Fonte:: UOL

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Volta e meia, desenvolvedores lançam novas extensões (ou aplicativos) para os navegadores e os usuários adoram a simplificação e a melhoria no acesso. De fato, boa parte dessas extensões são ótimas. Acontece que na internet nem tudo é 100% seguro e várias extensões podem abrir as portas da sua máquina para ameaças virtuais.

Estudo feito pelos especialistas em segurança Neha Chachra, Christopher Kruegel, Chris Grier, Giovanni Vigna e Vern Paxson analisou 48 mil extensões do Google Chrome e descobriu que 130 eram maliciosas, enquanto outras 4.712 eram suspeitas de envolvimento de diversas fraudes.

A situação piora quando se sabe que muitas dessas extensões são muito populares. Para se ter uma ideia, uma das extensões maliciosas baixada mais de 5,5 milhões de vezes pelos chineses. Nesse caso, a ferramenta rastreava e registrava todos os passos de navegação do usuário a um servidor remoto. Lá, as informações ficavam desprotegidas.

Entenda melhor o comportamento das extensões e os tipos de fraudes que elas podem cometer:

Como agem

Ao instalar extensões no seu navegador, o usuário mais desatento aceita uma série de permissões de acesso. Por exemplo, uma extensão que permite adicionar comentários em páginas da web precisa rastrear todo seu histórico de navegação. Aceitando as permissões, as ferramentas ganham muito poder no navegador.

Isso pode abrir as brechas de segurança e os cibercriminosos, mais atentos, conseguem interceptar e modificar requisições HTTP do navegador e injetar códigos JavaScript maliciosos em sites.

Diversos tipos de fraude

A pesquisa encontrou poucas extensões que tentam interferir em contas bancárias online. No entanto, é possível identificar uma grande variedade de fraudes a partir dos aplicativos, de roubo de credenciais a alterações em publicidades online. Um caso comum é os cibercriminosos se aproveitarem das extensões para espalhar anúncios em sites que rejeitam publicidade, como a Wikipedia.

Medidas do Google

Após ter conhecimento do estudo, o Google vem tomando algumas medidas para diminuir o número de extensões maliciosas. A primeira delas foi barrar a instalação de ferramentas fora da loja oficial do Google Chrome. E a empresa tem feito bastante testes antes de liberar o download de extensões.

O que fazer

Se nem uma empresa do porte do Google é capaz de identificar extensões maliciosas, imagina para um usuário comum. Aqui, é preferível usar os recursos nativos do navegador e instalar o menor número possível de extensões. Agora, se for necessário instalar alguma extensão, sempre procure fazer o download nas lojas oficiais dos browsers e faça uma pesquisa pela reputação do desenvolvedor.

Fonte:: IDGNOW!

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A Mozilla decretou nesta semana que os próximos recursos do Firefox para web deverão atender a um padrão que exige que todo o tráfego entre o navegador e o servidor (e vice-versa) seja criptografado.

“A partir de agora, todos os novos recursos que sejam expostos na web serão restritos a contextos seguros”, afirmou o engenheiro da Mozilla, Anne van Kesteren, no blog da companhia. “Um recurso pode ser tudo desde uma extensão até um objeto existente definido em IDL (Linguagem de Descrição de Interface), uma nova propriedade CSS, um novo cabeçalho de resposta HTTP, até recursos maiores como WebVR.”

Contextos seguros, também chamados de “nível de segurança mínimo”, são um padrão ainda em desenvolvimento da W3 (World Wide Web Consortium), a principal organização de padrões para a web. O principal objetivo desses “contextos seguros”, segundos os documentos, é: “Código de aplicação com acesso a dados privados ou sensíveis deve ser entregue de forma confidencial por meio de canais autenticados que garantam a integridade dos dados”.

Na prática, isso significa que o tráfego deve ser criptografado para evitar ataques do tipo “man-in-the-middle”, nos quais os hackers tomam o tráfego inseguro entre navegador e servidor ao ficar entre os dois e “ouvir”.

Daqui em diante, qualquer novo recurso do Firefox que se baseie na comunicação entre navegador e servidor funcionará apenas em conexões HTTPS. Recursos e/ou tecnologias mais antigos continuarão a operar em links HTTP não criptografados em uma “base de caso a caso”, segundo Van Kesteren. Ele também afirma que a Mozilla fornecerá ferramentas aos desenvolvedores para “facilitar a transição para contextos seguros”.

Essa iniciativa não veio “do nada”: a Mozilla anunciou originalmente as suas intenções para exigir HTTPS em abril de 2015. O primeiro item do plano então era “determinar uma data depois da qual todos os novos recursos estarão disponíveis apenas para sites seguros”, o que o anúncio desta semana efetivamente fez. E a Mozilla também não está em uma jornada solo neste assunto, uma vez que outras empresas, como o Google, vêm pressionando os sites para fazer a mudança do HTTP para o HTTPS desde 2014.

A próxima oportunidade para o Firefox introduzir um novo recurso ou tecnologia que será imediatamente afetado pelo seu anúncio será em 23 de janeiro, quando a versão 58 do navegador deve ser lançada ao público.

Fonte:: UOL

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Em meio à valorização do bitcoin, milhares de sites começaram a utilizar computadores dos visitantes para minerar moedas digitais. Isso, claro, sem a permissão dos usuários. É uma forma um tanto suspeita de se ganhar dinheiro, não?

E engana-se quem pensa que basta fechar a aba do navegador para resolver esse problema. Os sites continuam utilizando sua máquina para minerar. Isso porque eles abrem uma janela pequena atrás da barra de tarefas do Windows, onde o usuário praticamente não enxerga. Como ele não percebe essa pequena janela aberta, o minerador funciona interruptamente até que o computador seja desligado ou que o usuário encontre – e feche – a janela.

Não é só isso. O minerador não trabalha em sua capacidade máxima para que a ventoinha da sua máquina não gire tão rápido e os outros aplicativos não fiquem lentos. Dessa forma, fica ainda mais complicado de o usuário levantar alguma suspeita.

Descobrindo o truque

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que esse truque só funciona na última versão do Google Chrome no Windows 7 e Windows 10.

Aí, uma maneira para descobrir se algum site abriu uma janela imperceptível para minerar criptomoedas é abrir o Gerenciador de Tarefas. Nele, você consegue visualizar todos os programas que estão em execução no momento. Caso positivo, basta fechar a janela.