16 Janeiro 2019
Fonte:: UOL

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Volta e meia, você depara com um pedido de atualização em seu computador ou smartphone. Todo mundo sabe que é coisa simples e rápida, mas você tem mais o que fazer e prefere responder a outra mensagem.

Identificou-se? Se sim, então você faz parte dos 98% (!) dos usuários que não atualizam seus softwares, apps e sistemas operacionais, de acordo com a USENIX, associação norte-americana de profissionais de TI.

Pode até ser a opção da maioria, mas deixar para depois as atualizações é uma péssima ideia. Não é por acaso que softwares, apps e sistemas operacionais lançam versões atualizadas. Diariamente, milhares de códigos maliciosos são desenvolvidos com a finalidade de explorar vulnerabilidades nesses programas. Aí, para tapar esses buracos, as empresas de tecnologia lançam novas versões para impedir esses ataques. E se você não atualiza, toda a correria para dificultar a vida dos criminosos digitais vai por água abaixo.

Além de corrigir eventuais falhas e reforçar a segurança, as atualizações, de modo geral, melhoram o desempenho dos programas. A seguir, veja alguns exemplos de como novas versões proporcionaram mais segurança e melhor experiência aos usuários:

Softwares ou apps

Os criminosos digitais também aproveitam as fraquezas dos softwares para tirar alguma vantagem financeira. Nesse sentido, empresas costumam distribuir novas atualizações de seus produtos para fechar as vulnerabilidades reportadas por usuários e especialistas em segurança. Aqui, podemos citar a Adobe e o Windows, que sempre disponibilizam pacotes de atualização.

Os aplicativos de smartphones também merecem muita atenção. Para se ter uma ideia, a empresa de solução de software Codenomicon identificou 52 falhas de segurança, sendo 8 críticas, nos 10 aplicativos Android mais populares entre os brasileiros. Procure, portanto, não ignorar mais as atualizações oferecidas, uma vez que elas podem corrigir essas brechas.

NavegadoresSe você utiliza uma versão desatualizada do navegador, pode estar certo: os seus dados estão em risco, especialmente em lojas virtuais e nos bancos online. A lógica é simples: uma vez que a versão do seu navegador é de anos atrás, ele não está seguro para combater pragas virtuais que foram criadas recentemente.

Esse processo é tão importante que, desde janeiro deste ano, a Microsoft só fornece atualizações de segurança e suporte técnico para a versão mais recente do Internet Explorer. Por sua vez, o Google Chrome trata de fazer a atualização por conta própria. Mais do que atualizar o seu browser, procure instalar, também, as versões mais recentes dos plugins e extensões pelos mesmos motivos.

Sistemas operacionais

Aqui não faltam exemplos de sistemas operacionais que tiveram de correr contra o tempo para fazer atualizações que corrigissem algum bug. Para citar um exemplo, a Apple precisou lançar, às pressas, a versão 9.3.4 do iOS para resolver a vulnerabilidade que permitia a instalação de um programa espião nos aparelhos.

Agora que você já sabe da importância de manter a versão mais recente dos softwares, navegadores e sistemas operacionais, não há mais desculpas para não fazê-las.

Fonte:: UOL

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De acordo com dados da ferramenta online StatCounter, o Google Chrome é o navegador mais popular do mundo, utilizado por 55% dos usuários de internet. Por isso, não é de se estranhar a frequência de armadilhas encontradas no browser.

Preocupado com a sucessão de páginas e plugins maliciosos, o gigante da internet desenvolveu um sistema de segurança nativo para o Google Chrome no Windows. A intenção é tornar o browser mais eficiente para lidar com extensões maliciosas.

Entre algumas novidades está o Chrome Cleanup. Ele assume o papel de antivírus nativo do navegador, capaz de identificar e eliminar códigos intrusivos e maliciosos por meio de varreduras periódicas. Isso sem mencionar que o recurso notifica o usuário sobre instalações indevidas de novos plugins.

Outro recurso importante detecta automaticamente quando as configurações originais do navegador são alteradas sem a intervenção direta do usuário. Nesse caso, quando você abre o navegador novamente aparece uma opção para retornar às definições padrões.

Vale lembrar que, por enquanto, essas funcionalidades só estão disponíveis para o sistema Windows. Mais do que isso: você deve atualizar o seu navegador para a versão mais recente.

Ganha aqui, perde ali

Se, por um lado, o usuário ganha em segurança com a implementação desse novo sistema de segurança, por outro ele perde em desempenho. Isso porque o Google Chrome já é conhecido pelo alto consumo de memória. Com a ferramenta de segurança nativa, a tendência é que o navegador fique ainda mais pesado.

Fonte:: IDGNOW!

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O Google anunciou nesta semana que vai começar a bloquear anúncios no seu navegador Chrome a partir de 15 de fevereiro.

Os sites que quiserem evitar o “martelo” do Chrome podem se livrar de várias categorias amplas de anúncios online ou pagar um consórcio de anunciantes, associações comerciais de publicidade e empresas de tecnologia, incluindo Google, Microsoft e Facebook, para se tornarem “certificados”.

“A partir de 15 de fevereiro, em linha com as diretrizes da Coalisão, o Chrome vai remover todos os anúncios de sites que possuam um status ‘deficiente’ (‘failing’, no original)”, afirmou o Google em seu site, em referência à Coalition for Better Ads (CBA), um grupo que promete limpar a web dos seus anúncios mais irritantes.

A linha do tempo de bloqueio de anúncios do Chrome corresponde ao que o Google anunciou há seis meses, quando confirmou que iniciaria o controverso esforço no início de 2018. No meio de fevereiro, a maioria dos usuários do browser estarão rodando o Chrome 64, com lançamento previsto para a semana de 21 a 26 de janeiro. A atual versão do navegador é o Chrome 63.

No desktop, o Chrome vai bloquear quatro tipos de anúncios (de seis considerados), enquanto que no mobile (iOS e Android) o navegador irá barras oito tipos de anúncios (de 12 considerados): essas categorias foram identificadas pela CBA e seu painel de consumidores como as menos aceitáveis.

As quatro classes de anúncios que receberão o machado no desktop incluem pop-ups, os que reproduzem vídeo e áudio de forma automática, anúncios “prestitial” (que aparecem antes da home do site ser aberta) acompanhados por um relógio com uma contagem regressiva, e os chamados “large sticky ads”, que tomam mais de 30% da tela e ficam no mesmo lugar, não importa o quanto você desça o scroll.

Em vez de bloquear esses tipos de anúncios em todos os sites – como fazem a maioria dos add-ons de bloqueio para navegadores – o Chrome vai tomar um caminho diferente.

O browser do Google vai se basear em uma “whitelist” gerada pela CBA. Os publishers dos sites poderão iniciar o processo de certificação, e assim garantir um lugar na lista, no próximo mês, quando mais detalhes serão liberados pela empresa. Sites certificados precisam atender a determinados padrões, sendo que o mais importante é uma baixa proporção de tipos de anúncios inaceitáveis.

Nos primeiros dois meses do projeto – a data de início será revelada em janeiro, segundo a CBA – esses anúncios “desconceituados” não poderão responder por mais de 7,5% de todos as visualizações de página de um site certificado. E a proporção vai diminuir com o tempo. Então seis meses depois, esses anúncios só poderão responder por 2,5% das pageviews desses sites, por exemplo. Resumindo: a CBA permitirá que os sites certificados se ajustem ao bloqueio, com uma cota menor de anúncios “ruins” com o tempo.

Os sites que não se "voluntariarem" para serem certificados pela CBA, ou que sejam julgados como não complacentes pela organização – efetivamente todos os sites com exceção dos presentes na whitelist – terão anúncios das categorias banidas bloqueados. Mesmo um único anúncio sujeito a repreensões vai impulsionar um bloqueio pelo Chrome.

Apesar de a CBA ter revelado alguns detalhes sobre os padrões, a whitelist e como os sites podem contestar a decisão de bloquear anúncios, uma boa parte do programa, ainda permanecem uma incógnita. Não está claro, por exemplo, com qual periodicidade os sites serão reavalidos por violações, ou quanto poderá levar para apelar uma decisão.

Também ainda não há informações sobre taxas.

O porta-voz da CBA, Brendan McCormick, afirmou que pagamentos seriam exigidos da maioria dos sites que buscam certificação. No entanto, ele destacou que ainda há muito “a ser trabalhado” até o lançamento do programa. Segundo uma reportagem do site AdAge, a CBA poderá cobrar até 5 mil dólares dos principais publishers, enquanto que “publishers muito pequenos” poderão ser certificados sem ter de pagar nada.

“Muita coisa ainda não foi finalizada. Ainda há muito a ser trabalhado. A parte essencial é tornar isso acessível (para os publishers de sites”, afirmou McCormick para a Computerworld dos EUA.

Maior do mercado

Como o Chrome é o navegador mais popular do mundo, os publishers não podem descartar esse projeto de bloqueio de anúncios, como outros já fizeram antes, se a receita do seu site é baseada em publicidade. Segundo a empresa de análises Net Applications, o Chrome respondeu por 61% dos usuários de desktop do mundo em novembro de 2017.

Se o Chrome fechar a torneira, mesmo que bloqueie apenas as categorias de anúncios inaceitáveis, os donos de sites provavelmente verão uma queda em suas receitas. Mas é questionável se o Chrome conseguirá mirar de forma minuciosa o bloqueio apenas para alguns anúncios em um site não complacente, por isso vale acompanhar essa história de perto nas próximas semanas.

Fonte:: Olhar Digital

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O Governo Federal vai resistir à pressão das empresas brasileiras de telefonia e não vai alterar o decreto que garante a neutralidade de rede dentro do país. É o que diz o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que garantiu que o princípio de isonomia de internet não está ameaçado no Brasil - ao menos não por enquanto.

"Nós temos que ainda expandir muito o uso da banda larga," afirmou o ministro, de acordo com a Folha. "Há regiões do Brasil que, adensadas, não têm internet. Não está na hora de discutir a neutralidade ou não".

Kassab diz que o assunto pode voltar à pauta nas "próximas gerações", mas no momento o país "não está preparado para essa discussão."

Em dezembro, a Federal Communications Comission, agência de telecomunicações dos EUA, derrubou um decreto do ex-presidente Barack Obama que impedia que operadoras diferenciassem o tráfego dos consumidores.

No Brasil, um decreto de 2016 da ex-presidente Dilma Rousseff proibiu a prática dentro do país. Com a queda da neutralidade nos EUA, as operadoras brasileiras começaram a preparar uma ofensiva ao governo com objetivo de reverter a situação brasileira, mas aparentemente a mudança não faz parte dos planos do atual governo.

Fonte:: UOL

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Ele sabe o que você procura, o que te interessa e os lugares que você visita, entre muitas outras coisas. Esse é o Google, a ferramenta de busca mais usada do mundo.

"Quando o usuário usa nossos serviços, confia a nós informações dele".

É assim, de forma clara, que o gigante tecnológico se dirige a seus usuários logo na primeira linha dos termos e condições de privacidade.

Mas o que você provavelmente não sabe é que o Google oferece a possibilidade de excluir as informações armazenadas em um lugar chamado "Minha atividade" ou "My activity", em inglês.

Nós explicamos como fazer isso em alguns passos.

1. Excluir minha atividade

Cada vez que você faz uma pesquisa no Google, a empresa a salva e a associa à sua conta.

Ela também registra todos os movimentos que você faz, como preencher um formulário ou ler seu e-mail no Gmail.

Todos os dados são coletados em um site chamado "Atividade". É exatamente nesta área que você tem que ir para consultá-lo.

Aqui está o link

atividade 1 478c6Atividade no Google

Você tem três opções na hora de excluir informações:

A primeira é usar a pesquisa para encontrar uma página específica para apagar.

A segunda é limpar as buscas feitas no mesmo dia, escolhendo "Hoje" e depois clicando na opção "Excluir"

A terceira opção é eliminar toda a sua pesquisa. Para fazer isso, clique em "Excluir por" na lista à esquerda. Clique em "Excluir por data" e selecione "Todo o período". Se você tem certeza desta opção, clique em "Excluir".

Em todos os casos, aparecerá um aviso do Google sobre os possíveis impactos dessa decisão. Mas, na realidade, excluir o histórico de pesquisa do Google e a trilha de navegação não tem nenhuma consequência em relação à operação da sua conta do Google ou seus aplicativos.

2. Elimine toda a sua atividade no YouTube

O Google também mantém um registro de todas as suas pesquisas no YouTube.

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Mas isso é algo que você também pode excluir facilmente, apagando o histórico de pesquisa.

3. Como eliminar tudo que os anunciantes sabem sobre você

O Google não só sabe tudo sobre você, mas também repassa essa informação a anunciantes.

É por isso que ele é capaz de mostrar anúncios que combinam com o que você procura.

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Mas é possível descobrir quais informações estão sendo transmitidas aos anunciantes.

Para isso, acesse sua conta do Google e depois "Informações pessoais e privacidade". Desta vez, o que interessa é a opção "Configurações de anúncio".

Uma vez dentro, clique em "Gerenciar Configurações de Anúncio".

Na sequência, opte por "Controlar anúncios com sessão fechada". Se você clicar nessa opção, você pode escolher se deseja receber anúncios com seus interesses ativados ou desativados (a opção de não receber publicidade não está disponível).

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O Google irá avisá-lo de que não se adequará a você porque você vai parar de ver anúncios relacionados aos seus interesses, mas cabe a você escolher.

4. Remover o histórico de localização do Google

Se você usa um dispositivo Android, o Google acompanha os locais que você visitou com seu dispositivo por meio de um recurso chamado Rotas.

Para apagar todas essas informações do Google Maps, você deve acessar essa página.

A função em questão é chamada de Rotas e a exclusão do rastreio é tão simples quanto clicar no botão da lixeira (na parte inferior direita da tela).

Fonte:: IDGNOW!

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Ainda em estágio inicial, novo recurso está sendo desenvolvido com o responsável pelo site especializado Have I Been Pwned.
O navegador Firefox em breve irá avisar aos usuários se o site visitado por eles já foi hackeado por cibercriminosos. O novo recurso do browser da Mozilla está sendo desenvolvido em parceria com o conhecido site Have I Been Pwned, que permite que você verifique se o seu e-mail e credenciais de acesso foram roubados.

“Sim, estamos criando algumas coisas incríveis com a @mozilla e o @haveibeenpwned”, afirmou o especialista em segurança Troy Hunt, responsável pelo Have I Been Pwned, em suas redes sociais.

Ainda nos estágios iniciais de desenvolvimento, a ferramenta funciona de maneira simples, como um add-on básico. Caso você visite uma página que esteja na lista do Have I Been Pwned, então verá um alerta afirmando “Você visitou o site X hackeado”.

Vale notar que a novidade não chega a barrar a entrada do usuário no site, mas deixa claro que, em um ou outro ponto, a segurança da página deixou a desejar.

Os mais curiosos que querem esperar pelo lançamento da versão final, já podem baixar a versão inicial do update no GitHub e adicioná-lo no browser para testes.