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As cidades brasileiras com maior número de dispositivos infectados por hackers

Fonte:: Olhar Digital

infectados

Os brasileiros precisam estar cada vez mais atentos com a segurança digital dos seus computadores e celulares. Um relatório da Norton by Symantec revela que o país é o terceiro com mais dispositivos infectados por hackers através de bots.

O país também se destacou como sendo o mais afetado da América Latina, com 37% dos equipamentos infectados. As cidades de São Paulo (36,3%), Rio de Janeiro (20,74%) e Curitiba (6,29%) concentram a maior parte das infecções no país. Além disso, a capital paulista é a segunda com o maior número de dispositivos infectados, ficando atrás somente da Cidade do México.

Veja as dez cidades brasileiras e da América Latina que mais sofrem ataques hackers:

infectados

Apenas em 2016, foram identificados mais de 6,7 milhões de dispositivos que foram adicionados à rede global de botnets – os bots são dispositivos conectados à internet infectados com malware que permitem que hackers assumam remotamente o controle de muitos dispositivos ao mesmo tempo –, sendo que mais de 689 milhões de pessoas foram vítimas de cibercrimes no mesmo período, em sua maioria sendo gerados por bots e botnets.

Hackers e Crackers: quais as diferenças entre eles?

Fonte:: UOL

crackers

Muito utilizados na área da informática, termos como “hackers” e “crackers” servem para se referir a pessoas com habilidade e conhecimentos avançados em computadores e dispositivos móveis.

De modo geral, eles sabem encontrar brechas em sistemas operacionais e softwares. Mas as semelhanças acabam aí. Cada um desses “grupos” utiliza seus conhecimentos para alcançar objetivos distintos.

No entanto, não é raro ver pessoas que não dominam o vocabulário da computação confundir os termos e se referir a eles de forma errada. Para não fazer essa confusão, confira as diferenças entre hackers e crackers logo abaixo:

Hackers

São aqueles indivíduos que possuem conhecimentos profundos de informática e fazem uso deles de forma positiva. Os hackers dedicam boa parte do seu tempo a conhecer e modificar softwares, hardwares e redes de computadores. Seus conhecimentos são utilizados para obter soluções de segurança, além de desenvolver novas funcionalidades no mundo da computação.

O que isso significa? Que eles não são criminosos, como se costuma ver por aí em sites e até mesmo na mídia tradicional. Na verdade, trata-se do oposto: os hackers utilizam sua sabedoria de forma benéfica, sem tentar levar vantagem.

No entanto, assim como na vida, algumas pessoas se valem de práticas duvidosas para alcançar o que é considerado um “bem maior”. Por isso, os hackers também se dividem em subgrupos, que são:

White Hats (Chapéu Branco)

São os hackers interessados em segurança e que, em boa parte das vezes, utilizam suas habilidades em favor de empresas. Esses hackers são 100% éticos em suas ações. Nesse sentido, eles são contratados por empresas para ocupar cargos de analista de sistemas, especialistas em TI, entre outros.

Volta e meia, navegadores, softwares e sistemas operacionais lançam pacotes de atualizações para corrigir brechas de segurança. Normalmente, essas brechas de segurança são descobertas pelos hackers White Hats.

Black Hats (Chapéu Preto)

São os hackers que burlam sistemas e são especializados em invasões maliciosas de sites, quase sempre com intenções duvidosas. Esses também são malvistos por seus colegas, inclusive sendo considerados tão criminosos quanto os crackers.

Gray Hats (Chapéu Cinza)

Os gray hats, assim como os white hats, são muito bem-intencionados. Contudo, acabam se perdendo um pouco na ansiedade de fazer valer sua vontade de ajudar, usando ações que podem ser eticamente questionáveis. Um exemplo é quando eles realizam testes de segurança em uma rede de computadores antes de pedir permissão aos envolvidos.

Crackers

Quanto aos crackers, eles utilizam seus grandes conhecimentos em informática de forma menos honesta: quebrando (cracking) sistemas de segurança de softwares para ter alguma vantagem financeira lá na frente. Esse tipo de atividade é considerado ilegal e, por isso, os crackers são vistos como criminosos.

O termo usado para denominá-los foi cunhado pelos próprios hackers, por volta de 1985, com o objetivo de diferenciar, para a mídia e para os leigos, as atividades exercidas por cada um dos grupos. Mesmo depois de tanto tempo, ainda encontramos muita gente confundindo os termos.

Hackers escondem malware no CCleaner e comprometem 2,2 milhões de usuários

Fonte:: IDGNOW!

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Hackers conseguiram sequestrar o popular software de limpeza e otimização de PCs, o CCleaner. Em resumo, qualquer pessoa que baixou ou atualizou a ferramenta em meados de agosto e setembro pode ter baixado um malware sem perceber.

A Piriform, desenvolvedora do software, confirmou a invasão nesta segunda-feira (18). A brecha foi descoberta no início de setembro pela Avast (que é dona da Piriform) e afetou cerca de 2,27 milhões de usuários. Segundo a companhia, este número reflete as pessoas que baixaram a atualização de agosto do CCleaner (versão 5.33.6162), enquanto outras cinco mil instalaram a edição Cloud da plataforma (versão 1.07.3191). O malware permite aos hackers acessar o computador do usuário e outros sistemas conectados, para roubar dados pessoais ou credenciais.

Um dos motivos pelo qual o recente ataque é tão devastador é porque tira proveito da confiança dos consumidores nos downloads de seu provedor de antivírus. Afinal, é o único lugar que você esperaria estar a salvo de um malware, certo?

E um dos aspectos mais curiosos é que a versão maliciosa era servida aos usuários a partir de servidores oficiais. O que indica que os criminosos tiveram acesso a pelo menos um computador, com acesso privilegiado, dentro da rede da desenvolvedora.

Em relatório, a Cisco Talos, que atuou também na descoberta e resolução da ameaça, sugere que o sequestro pode ter sido um trabalho interno, em parte porque o código malicioso foi codificado pela Piriform. Isso significa, essencialmente, que a empresa estava garantindo que seu software fosse seguro para download, o que poderia significar que um hacker externo se infiltrava no processo, ou que alguém interno incluiu o código malicioso "intencionalmente".

Já a Piriform informou que, por enquanto, não especula como o código não autorizado apareceu no software CCleaner, de onde se originou o ataque, e quanto tempo estava sendo preparado e quem estava por trás dele.

Apesar do alto índice de infecção, a Cisco reporta que a ameaça foi identificada em um estágio inicial e não teria sido usada para mais ataques.

A Piriform afirma que nenhuma ação foi realizada antes da descoberta, garantindo que mesmo os usuários que baixaram a versão infectada não tiveram suas informações, dados e outros recursos comprometidos. E acrescentou: "Pedimos desculpas e estamos tomando medidas adicionais para garantir que isso não aconteça novamente". A companhia trabalha com a polícia dos Estados Unidos para determinar quem foi responsável pela ameaça.

Em todo caso, o malware afeta qualquer pessoa que baixou a versão CCleaner 5.33 ou atualizou sua versão entre 15 de agosto e 12 de setembro. A Cisco aconselha a tais usuários a reinstalarem o software para a versão mais recente do CCleaner 5.34.

Qual o prazo de validade de um HD? Cuidado, ele pode expirar

Fonte:: UOL

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Sabe aquele medo de perder todos os seus bens materiais em um incêndio? Existe um similar a isso no mundo digital: é quando sua unidade de armazenamento de dados - normalmente o disco rígido de seu computador, ou HD - para de funcionar. E mesmo que você guarde tudo direito em um HD externo ou unidade de backup, ela pode te deixar na mão depois de alguns anos.

Isso acontece porque todo dispositivo eletrônico tem uma vida útil aproximada. Os discos de dados não são exceção, e vão guardar seus arquivos com relativa segurança por alguns anos. Mas quanto tempo exatamente? A resposta, como sempre, é: depende.

Primeiro, do tipo de unidade. Como bem sabe quem pesquisa preço de computadores e notebooks, existem os discos rígidos, ou HDs, e os discos de estado sólido, os SSDs, que são considerados a evolução dos HDDs (drives de disco rígido). Apesar dos SSDs estarem crescendo em vendas, a maioria das pessoas ainda usa os HDs, que são mais frágeis nesse sentido.

O HD tem partes mecânicas. Há um disco mecânico com um motor que o gira, e um cabeçote que vai fazer a leitura dos dados. Ele não é como vinil, tem que flutuar e não pode tocar o disco. Se isso ocorre por algum motivo, como movimentação ou se a energia cai, pode danificar áreas do disco, diminuir a performance e até levar à falha total da unidade.
luri Santos, especialista em tecnologia da Kingston

Por ter memória flash, isto é, não magnético e apagável eletronicamente, os SSDs são mais resistentes, mais velozes na troca de dados e com vida mais longa. "Um SSD corporativo de 256 GB tem uma vida útil de 300 TB, então pode ter seu conteúdo 'reescrito' mais de 1.000 vezes”, diz Santos. Esse atributo é chamado pelas empresas de TBW, total de bytes escritos em inglês.

Porém, enquanto um HD interno para computador de 1 TB está custando no Brasil cerca de RS 500. um SSD com menos da metade (480 GB) custa cerca de R$ 890.

disco ssd 71ac4Disco SSD para computadores

A engenharia da empresa desenvolve uma família [de discos] com modelos para durar cinco, sete ou 10 anos, considerando o perfil que usará esse ou aquele produto. Se a pessoa usar acima daquela especificação, diminuiu a vida útil dele, como quem joga muito no PC. Ou se a temperatura do local é alta ou o ambiente tem muita maresia, isso pode influenciar.
João van Dinteren, engenheiro sênior da WD no Brasil

Mas em condições normais de temperatura e pressão, com usuários comuns - você sabe, como aquela sua mãe que liga o computador só para ver alguns sites e atualizar a planilha de gastos do mês -, quanto tempo dura um disco na mão deles?

"HDs duram de cinco a oito anos se tiverem um bom cuidado. Já os SSDs podem chegar a 10 anos ou mais se não tiverem problema de temperatura e utilização", detalha van Dinteren.

Os HDs externos são um caso à parte; se você for daqueles que guarda e atualiza seus dados lá só de vez em quando, tome cuidado, porque problemas mecânicos, oxidação ou mesmo desligá-lo da porta USB incorretamente são fatores que podem te fazer perder o backup.

Pen drives são ainda mais sensíveis. Até mesmo a eletricidade estática de um determinado tecido da sua roupa pode causar perda na unidade. Desnecessário dizer que esses produtos servem mais para trocas de dados e não são recomendados para backups a longo prazo.

hd portatil de356HD portátil conectado via USB

Como se antecipar ao problema

Para discos internos no computador, a principal dica é usar programas que monitoram a saúde desse tipo de equipamento, como o DiskCheckup e OrystalDisklnfo, facilmente encontráveis para download em uma busca rápida na internet.

Alguns HDs e SSDs contam ainda com recursos "smart" que monitoram e avisam de áreas em deterioração, antes que os dados sejam perdidos. Mas para saber se esses recursos existem no seu modelo e ativá-los, consulte o manual do produto ou a assistência técnica da fabricante do disco.

E antes de escolher seu próximo disco, pesquise se as fabricantes disponibilizam na web informações de produto como o supracitado TBW, além do DWPD - sigla para dados escritos por dia, em inglês.

Esse parâmetro calcula o número de vezes que unidade pode ser gravada por dia durante o período de garantia. Por exemplo, um SSD de 1,8 TB com uma garantia de cinco anos teria um DWPD de 0,43, ou 43% da capacidade do dispositivo por dia (isso seria 774 GB). Quanto maior o TBW e o DWPD de um disco, melhor.

Ah, e não esqueça de manter seu backup atualizado periodicamente, e em mais de uma unidade de disco. Assim, se por azar você perder um deles, terá o outro como plano B.

Google Drive agora tem recurso de backup do seu PC; saiba como fazer

Fonte:: Olhar Digital

google drive backup

O Google agora dá uma força extra para você guardar seus arquivos mais importantes em um lugar seguro com o novo recurso de backup e sincronização de arquivos do Google Fotos e do Google Drive.

Com a novidade, você pode escolher pastas do seu computador para serem enviadas à nuvem, garantindo que nada que importe para você seja perdido caso seu HD pare de funcionar. A ferramenta substitui os antigos softwares de upload do Google Fotos e do Drive para desktop, tanto no Mac quanto no PC.

Começando

O primeiro passo é baixar a nova ferramenta de upload do Google - você pode encontrar o arquivo aqui. Feito o download, é só instalar o software e fazer login com a sua conta do Google.

Escolha o que será enviado para a nuvem

O passo seguinte é selecionar as pastas que você quer sincronizar. Por padrão, a ferramenta vai constantemente enviar o que encontrar nas pastas de Imagens, Documentos e Desktop, mas é só clicar no botão "Escolher Pasta" para selecionar outros diretórios do seu computador que você queira manter sincronizados.

Se você selecionar a pasta de fotos, é bom lembrar que o Google, apesar de oferecer espaço ilimitado para imagens e vídeos, converte esses arquivos para que eles ocupem menos espaço.

Você tem a opção de enviá-los para nuvem na qualidade original, mas aí parte do espaço que você tem disponível no Google Drive será ocupada por elas.

Selecione o que será sincronizado com o seu computador

Você também tem a opção de escolher o que poderá acessar do seu computador que está guardado no Drive. Clique no ícone do Google Drive que aparece próximo ao relógio do seu computador (no Windows) e vá até "Preferências". Depois, entre em "Google Drive" e "Sincronizar Meu Drive com este computador".

Lá dentro, você encontra duas opções: "Sincronizar tudo em Meu Drive" e "Sincronizar apenas estas pastas". Na segunda opção, você pode selecionar quais pastas que estão dentro do seu Drive também poderão ser acessadas pelo computador.

Sincronize dispositivos USB e cartões SD

Outra opção que você tem é a de guardar na nuvem o que está dentro de um cartão de memória SD ou em um pen drive. Nas preferências do Google Drive no seu computador, você encontrará a opção para incluir esse tipo de dispositivo nos arquivos sincronizados do Drive.

Acesse seus arquivos de qualquer lugar

Entre no Google Drive a partir do navegador para encontrar todos esses arquivos que você enviou para a nuvem. Eles estão dentro de uma pasta "Computadores", que aparece no menu lateral do Drive.

Google anuncia o fim do app do Drive para computador

Fonte:: Olhar Digital

app drive

O Google vai desativar o app do Google Drive para PC e Mac em março de 2018. A partir daí, será necessário usar um novo app para armazenar arquivos do seu computador no serviço de nuvem do Google.

O fim definitivo do app do Google Drive vai ser no dia 12 de março de 2018, mas a empresa não vai desligá-lo de uma vez. O suporte será finalizado no dia 11 de dezembro, e a partir de outubro os usuários vão começar a receber notificações avisando que o app vai ser desativado.

O Google vai sugerir a instalação do app Backup e sincronização para quem quiser continuar armazenando o que está no PC com o serviço de nuvem do Google. O app foi lançado em julho e tem a opção de fazer backup do computador inteiro na nuvem.

A empresa também lançou hoje um app para empresas chamado Drive File Stream, com ferramentas que ajudam usuários corporativos que usam a nuvem do Google.

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