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Google revela os próximos passos para sinalizar criptografia em sites

Fonte:: Computerworld / EUA

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O Google revelou nesta semana mais detalhes do seu plano para alertar os usuários sobre sites inseguros, informando os passos que tomará gradualmente com o Chrome ao longo deste ano.

A partir de setembro, o Google vai deixar de marcar os sites HTTP padrão – aqueles que não são protegidos com um certificado digital, e que não criptografam o tráfego entre o navegador e os servidores dos sites – como seguros na barra de endereços do Chrome. No mês seguinte, o browser vai classificar as páginas HTTP com um aviso em vermelho “Não Seguro” (“Not Secure”) quando os usuários derem inseriram qualquer tipo de dado na página.

Eventualmente, o Chrome vai marcar todo site HTTP como “afirmativamente não seguro”, conforme as palavras do Google. Ao fazer isso, o navegador da gigante de buscas terá completado uma volta de 180 graus em relação à sinalização original para os sites HTTP, que antes eram marcados como seguros e traziam até um ícone de cadeado.

“Os usuários devem esperar que a web seja segura por padrão”, escreveu a gerente de produtos da equipe de segurança do Chrome, Emily Schechter, no blog do Google. “Como em breve vamos começar a marcar todas as páginas HTTP como ‘não seguras’, vamos avançar para remover os indicadores positivos de segurança do Chrome para que o estado padrão sem marcação seja seguro.”

Em julho, o Chrome 68 – com lançamento previsto entre os dias 22 e 28 daquele mês – vai marcar todos os sites HTTP ao inserir o aviso “não seguro” na barra de endereços. O Google já tinha anunciado anteriormente esse estágio do plano, vale notar.

Com a chegada do Chrome 69, na semana de 2 a 8 de setembro, o navegador vai marcar as páginas seguras – no caso, os sites HTTPS com um certificado digital válido – com um marcado neutro, em vez de um que note de maneira afirmativa uma página como seguro. Mais especificamente, o Chrome 69 vai abandonar o texto “Seguro” em verde da barra de endereços para os sites HTTPS, mostrando apenas o pequeno ícone de cadeado.

Então, na semana de 14 a 20 de outubro, o Chrome 70 vai marcar todo site HTTP com um ícone de inseguro – um pequeno triângulo vermelho – e o texto “Não Seguro” na barra de endereços assim que o usuário interagir com qualquer campo de inserção de dados, como uma área para digitar uma senha ou que solicite informações financeiras.

Após o Chrome 70, o calendário do Google não possui outras datas fechadas. “Ainda não há uma data alvo para o estágio final, mas pretendemos marcar todas as páginas HTTP como afirmativamente não seguras no longo prazo (o mesmo com outras páginas não seguras, como páginas com HTTPS quebrado)”, afirma a empresa de Mountain View no seu plano geral para tornar os sites seguros o padrão na sinalização do navegador.

A campanha do Google para inverter os sinais teve início em 2014 e já registrou diversos marcos desde então. Em janeiro de 2017, por exemplo, o Chrome 56 começou a chamar a atenção para os sites que não criptografavam os campos de inserção de senha ou dados financeiros com a classificação “Não Segura” aparecendo nas páginas pertinentes. Em fevereiro de 2018, o Google anunciou as mudanças para o Chrome 68, que daqui dois meses vai marcar todos os sites HTTP com a mesma notificação negativa.

Em paralelo, o Google também vem estimulando todos os sites a adotarem o HTTPS, não apenas aqueles ligados ao e-commerce, como era o caso anteriormente. O Google, a Mozilla e outras empresas do segmento patrocinam o projeto Let’s Encrypt, que fornece certificados digitais sem custo.

Mas é a popularidade crescente do Chrome que acabou funcionando como o fator mais efetivo a favor do HTTPS. Em abril, a empresa de análise Net Applications apontou que o navegador do Google tinha 62% do mercado de browsers, muito à frente dos seus rivais. Essa posição deu uma enorme influência para o Chrome, de forma que nenhum site quer dar a todos esses usuários a impressão de que é inseguro e não deve ser visitado.

Facebook expande projeto de receber nudes para impedir que eles vazem online

Fonte:: Olhar Digital - RENATO SANTINO

facebook fb9c6(Foto: scyther5 / iStock)

A pornografia de vingança é um problema sério, e não são poucos os casos de pessoas que têm a vida abalada por ter sua intimidade exposta online sem autorização. Diante dessa situação, o Facebook criou um plano que pode causar alguma polêmica, mas com o intuito de proteger possíveis vítimas: pedir que elas compartilhem suas fotos íntimas antes que elas caiam na rede.

A ideia é simples e gira em torno da prevenção e contenção de danos. Se alguém tiver o temor de que suas imagens podem ser publicadas sem sua autorização, as fotos podem ser enviadas para o Facebook, que usará seus algoritmos para identificar quando as imagens forem compartilhadas, de modo a barrar que o conteúdo se espalhe no Facebook, no Messenger e no Instagram.

Veja como o Facebook descreve o processo:

  • Qualquer um que tema que uma imagem íntima sua possa ser compartilhada online pode contatar um de nossos parceiros para que eles enviem um formulário;
  • Após preencher o formulário, a vítima recebe um email com um link seguro e temporário, que só pode ser usado uma vez;
  • A vítima pode usar o link para enviar as imagens que ela teme que serão compartilhadas;
  • Um ou mais membros com treinamento específico da nossa Equipe de Operações de Segurança da Comunidade irá analisar o relatório e criar uma “impressão digital”, ou hash, que permite identificar futuros uploads das imagens sem precisar armazenar cópias nos nossos servidores;
  • Assim que criarmos essas hashes, notificaremos a vítima e deletaremos a imagem dos nossos servidores, em no máximo uma semana;
  • Armazenamos as hashes, então sempre que alguém tentar fazer o upload de uma imagem com aquela “impressão digital”, nós podemos evitar que elas apareçam no Facebook, Instagram ou Messenger.

Uma hash, caso não tenha ficado claro, é um código, formato por letras, números e símbolos. A imagem será transformada nesse código, de modo que é difícil para um humano decifrar seu conteúdo, o que impediria que, por exemplo, um possível funcionário desrespeitoso pudesse acessar a imagem nos bancos de dados do Facebook. Quando alguém tentar fazer o upload de uma dessas imagens, a empresa fará a checagem com as hashes armazenadas, identificando se o conteúdo é proibido ou não. O processo é similar a senhas: qualquer sistema minimamente seguro converte sua senha em hashes para armazená-las em bancos de dados. Quando você digita sua senha num site, ela é comparada a esse código armazenado para garantir que você é realmente você.

Um dos problemas desse projeto do Facebook, no entanto, é que ele não é capaz de abranger o WhatsApp, que é um dos canais onde esse tipo de conteúdo mais se prolifera. O motivo para isso é que, como o aplicativo usa criptografia de ponta-a-ponta, não é possível analisar o conteúdo das mensagens, de modo que não é possível monitorar as imagens que são compartilhadas pelo app.

O programa ainda está em fase de testes e está disponível, por enquanto, apenas na Austrália, Canadá, Reino Unido e Estados Unidos.

Qualcomm se alia a Facebook em projeto de internet rápida e sem fio

Fonte:: Olhar Digital - GUSTAVO GUSMÃO

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O Facebook recrutou a Qualcomm para o seu Terragraph Project, segundo informações do The Verge e da PC World. A iniciativa da empresa de Mark Zuckerberg visa criar uma solução de conexão à internet sem fio que alcance velocidades altas, na casa dos gigabits, e seja ao mesmo tempo eficiente e confiável.

O projeto foi anunciado durante a F8, conferência anual do Facebook para desenvolvedores, ainda em 2016. A ideia é criar uma substituta para as conexões cabeadas usadas hoje, criando um sistema que emite um sinal de internet a uma frequência de 60 GHz. A tecnologia, baseada no padrão 802.11ay — sucessora do 802.11ad —, deverá ser usada em chipsets da Qualcomm e oferecer velocidades de transmissão de 20 a 40 Gbps, mas a distâncias curtas.

Essa questão da distância, inclusive, será um dos desafios que o Facebook precisará transpor. Pelos documentos da IEEE, organização responsável por esses padrões, o 802.11ay alcança pelo menos 10 metros em ambientes internos e 100 metros em ambientes externos — o que indica a necessidade de uma série de pontos e antenas instalados em uma cidade, formando uma rede mesh, para levar o sinal a todos os pontos.

Conforme explicou à PC World o gerente de marketing da Qualcomm Jesse Burke, os nodes deverão ser instalados em postes de luz ou mesmo no telhado e nas laterais de prédios. As pessoas que quiserem aproveitar a tecnologia, aliás, também precisarão de um dispositivo compatível com o padrão.

O plano do Facebook e da Qualcomm é começar os testes da tecnologia no meio de 2019. As empresas não mencionaram cidades, mas a rede social já havia realizado experimentos com internet sem fio, ainda em 2016, em San Jose, na Califórnia (EUA).

Facebook Terragraph quer substituir banda larga via fibra e cabos

Fonte:: PC World / EUA

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O plano do Facebook para conectar bairros e empresas de maneira wireless (sem cabos), conhecido como Terragraph, iniciará os testes de campo em 2019 usando uma tecnologia de 60GHz da Qualcomm, segundo anunciaram as duas companhias nesta segunda-feira, 21/5.

Para quem não lembra, a rede social começou a falar sobre o Terragraph em 2016, como parte de um esforço para substituir a banda larga por fibra com uma onda wireless de 60GHz. A tecnologia não substituiria o Wi-Fi, mas foi criada para oferecer uma alternativa aos cabos e à fibra óptica nas casas e empresas, acabando assim com a necessidade de buracos e obras em ruas e calçadas.

Agora nós temos uma data: 2019, a primeira vez em que a tecnologia será testada, de acordo com o gerente de marketing da Qualcomm, Jesse Burke. A implementação mesmo acontecerá depois, de acordo com o executivo.

O Terragraph deve iniciar seus testes de campo usando uma tecnologia chamada 802.11ay, a sucessora da 802.11ad, que chegou ao mercado por volta de 2016. Apesar de a 802.11ay poder ser usada dentro de casa, ela é normalmente considerada uma tecnologia wireless de transferência, fornecendo a conexão de “quilômetro final” diretamente para a sua casa.

Segundo Burke, a tecnologia 802.11ay de 60GHz forneceria banda larga com “dois dígitos” de gigabits na sua porta. (Fontes com as quais a Network World conversou citaram a faixa mais provável como entre 20Gbps e 30Gbps.) Você precisaria de algum tipo de roteador que pudesse receber esse sinal 802.11ay, da mesma maneira como precisa de uma entrada para conectar um DSL ou cabo.

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O problema, se é que existe um, é que o sinal 802.11ay viaja distâncias curtas, entre 10 e 30 metros. Isso significa que muitas “small cells” precisariam ser instaladas pelo bairro, muito provavelmente dentro de uma rede mesh em que cada small cell possa falar uma com a outra, aponta Burke.

Elas também exigem uma linha de visão. Nos modelos teóricos que as duas companhias construíram, explica Burke, essas células ficariam em postes de luz, ou nos tetos ou laterais dos prédios.

Apesar do executivo da Qualcomm não poder falar sobre os planos específicos do Facebook, ele disse que os testes teriam como foco uma ou mais quadras de uma cidade. No último mês de fevereiro, o Facebook afirmou que estavam programados dois testes de campo com a tecnologia: em Budapeste, na Hungria, e em Kuala Lumpur, na Malásia. Um porta-voz da rede social se recusou a comentar mais sobre os testes.

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O que isso significa para você

Substituir a infraestrutura cabeada existente com um grande impulso wireless é algo que já foi tentado antes. Você pode se lembrar dos planos grandiosos da Intel com o WiMAX, que realizou algumas implementações no Reino Unido antes de sumir. Apesar de existirem algumas implementações wireless ocasionais (como o Webpass na Bay Area, na Califórnia), geralmente cabo e DSL dominam o balanço. E, é claro, que existe uma grande exceção: o “bom e velho” 4G, que não foi retido tanto por taxas de transferência mas por limites de largura de banda. É bem possível que o Terragraph acabe se tornando irrelevante por causa da tecnologia 5G.

O cadeado verde do Google Chrome está com os dias contados

Fonte:: Olhar Digital - RENATO SANTINO

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O Chrome vai mudar a forma como lida com sites HTTPS, que utilizam uma nova versão criptografada do já antigo HTTP. Desde fevereiro, o navegador alerta usuários exibe um aviso de “Seguro” quando seus usuários acessam sites que usam esse novo protocolo, e “Não-seguro” quando a tecnologia não está em uso. Isso será diferente a partir de julho.

Em julho deste ano, o Chrome começará a marcar todos os sites que utilizam o HTTP convencional como “Não-seguro” em cinza. No entanto, se a página tiver alguma caixa para inserção de dados (como um campo para você digitar seu nome ou número de cartão de crédito, por exemplo), o aviso na barra de endereços estará em vermelho, para indicar que não há proteção aos dados transmitidos por esta página.

Em setembro começa uma nova etapa da transição. Como a tendência é que cada vez mais sites abracem o HTTPS, torna-se redundante dar tanto destaque ao aviso de “Seguro” às páginas que utilizam a tecnologia. Assim, o Chrome apenas passará a exibir um cadeado cinza em vez de verde, e ocasionalmente sequer exibirá o cadeado, sem o aviso de “Seguro”.

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A medida pode causar alguma confusão, no entanto. Muitas pessoas com pouco conhecimento de tecnologia aprenderam que o cadeado verde é o símbolo máximo de que a página está segura, que é uma forma simples de ensinar a um público leigo as orientações básicas de segurança na internet.

Como transferir o Windows do HD para um SSD sem formatar o PC

Fonte:: Olhar Digital - ALVARO SCOLA

A troca de um disco rígido (HD) por um SSD tende a ser uma ótima medida para deixar os PC mais rápidos, mas formatar o Windows pode ser um pesadelo para alguns. Felizmente, é possível transferir o seu sistema para o disco novo sem ter que se preocupar em perder seus arquivos e programas. Outra possibilidade é migrar apenas o que é essencial, poupando espaço na nova unidade.

Seja qual for o seu interesse, é preciso ter em mente que qualquer procedimento de sistema envolve risco. Ou seja, convém fazer um backup dos seus arquivos pessoais mais importantes para um terceiro disco ou para a nuvem para minimizar as chances de quaisquer prejuízos. Dito isto, confira neste tutorial do Olhar Digital como transferir o Windows de um HD para um SSD sem formatação.

Preparativos

Para começar o procedimento, o SSD já deve estar instalado na máquina. Não é necessário formatá-lo, já que este processo será feito automaticamente pelo programa que será utilizado. Além disso, convém ficar atento ao tamanho de armazenamento do disco sólido, já que estes costumam ser menores do que os HD e pode não ser suficiente para migrar apenas os dados do sistema e não os arquivos pessoais.

Fazendo a migração

Realize o download do aplicativo MiniTool Partition Wizard;
Faça a sua instalação, mas tome cuidado com os aplicativos extras que são oferecidos. Eles não são necessários para os procedimentos que vamos realizar, portanto, desmarque qualquer opção extra que apareça;

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Caso não tenha feito uma desfragmentação de disco recentemente, é uma boa ideia fazê-la antes de transferir a sua instalação atual para o SSD. Para isso, você pode usar o próprio desfragmentador de discos do Windows. Lembre-se que não é recomendado desfragmentar um SSD, assim este passo deve ser feito antes de realizar a migração;

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Ao abrir o aplicativo, clique em “MiniTool Partition Wizard Free”;

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Em sua tela principal, procure pela opção “Migrate OS to SSD/HD”;

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Na nova janela, há duas opções: a primeira, permite migrar o sistema junto com os arquivos e programas. Já a segunda, migra apenas os componentes essenciais do Windows. Por via das dúvidas, recomendamos a segunda opção. No entanto, se você tiver certeza que há espaço suficiente no SSD, sinta-se à vontade para escolher a primeira;

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Selecione agora o SSD, e clique em “Next”;

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Uma mensagem lhe alertará que você perderá todo o conteúdo do disco selecionado. Clique em “Yes”;

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Nesta tela, selecione a primeira opção. Ela fará com que o sistema caiba no SSD. Se for de sua preferência, é possível criar partições personalizadas nas opções de baixo. Clique em “Next”;

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Na nova janela, clique em “Finish” e você estará de volta a tela principal do programa. Por fim, utilize a opção “Apply”.

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Caso a sua barra de progresso fique parada por muito tempo e o MiniTool Partition Wizard não apresente progresso durante um dos passos, pode ser necessário desabilitar o antivírus enquanto a tarefa é realizada.

Neste momento todos os arquivos essenciais do Windows já estão armazenados no SSD. Para que a inicialização da sua máquina seja feita por ele, entretanto, é necessário fazer uma configuração na BIOS do seu computador, geralmente acessada pela tecla F2 ou Del durante a inicialização do sistema. A opção em que você fará a alteração fica na guia Boot, mas o nome pode aparecer diferente por conta de sua fabricante.

Últimas configurações

Como fizemos uma migração ao invés de uma instalação limpa no SSD, é importante ativar a opção TRIM, que ajuda a gerenciar o espaço em disco. Siga estes passos:

Procure por “CMD” no menu iniciar, e com o botão direito do mouse selecione a opção “Executar como administrador”;

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Use o seguinte comando: “fsutil behavior query DisableDeleteNotify”;

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Se o resultado for “0”, você pode pular este passo, caso contrário, use este comando: “fsutil behavior set DisableNotify 0”.

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Agora, só resta se certificar que o SSD não está configurado para ser desfragmentado automaticamente, já que como mencionamos anteriormente, esta não é uma tarefa aconselhável para ele. Veja como prosseguir:

No menu iniciar, procure por “dfrgui”;

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Ao abri-lo, clique em “Alterar configurações”;

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Na nova janela, vá em “Escolher”;

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Desmarque o SSD na lista, e clique em “OK > OK > Fechar”.

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